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Insatisfação é a palavra da vez no Corinthians



23/03/2010 | 07:00


Elenco formado por jogadores experientes traz segurança em competições equilibradas, mas também dor de cabeça para o treinador administrar egos. Se em 2008 e 2009 Mano Menezes trabalhou no Corinthians com grupo formado por atletas jovens e que procuravam cavar espaço depois de passagens frustradas em outros times grandes - a exceção no ano passado, claro, é Ronaldo -, nesta temporada o perfil é outro: jogadores rodados, com títulos no currículo, e que não aceitam passivamente o banco de reservas.

Pela primeira vez desde que assumiu o time, em dezembro de 2007, o técnico convive com turbulências no elenco. "Não há crise, isso é mentira. Não vou ser hipócrita de falar que um ou outro jogador não gosta de ficar no banco, mas não há problema entre o Mano e o Ronaldo ou com qualquer outro jogador", disse, revoltado, o presidente Andrés Sanches.

A relação entre Mano e Ronaldo é profissional, mas não conto de fadas. O jogador já deixou claro que odeia ficar concentrado por períodos longos e o técnico usa justamente as concentrações como uma de suas principais estratégias de trabalho. Após o clássico contra o Santos, o Fenômeno disse que o time havia feito dois jogos seguidos com o mesmo esquema e jogadores, e faltava segurança.

Quarta-feira, soltou um palavrão ao ser substituído em Assunção, depois de marcar o gol da vitória sobre o Cerro Porteño. Publicamente, Mano minimizou as reclamações do craque. Dentro do vestiário, já o cobrou sobre hierarquia. "O ambiente de vestiário é bom. Não tenho que vir a público desmentir algo que não é verdadeiro", disse Roberto Carlos, amigo pessoal de Ronaldo.

DE VOLTA PARA CASA - Até o fim de semana, o prefeito Gilberto Kassab assina o decreto que vai diminuir o preço do aluguel do Pacaembu. Com isso, a diretoria corintiana decidiu mandar todos os jogos do Brasileiro no estádio, abandonando a Arena Barueri.

"Para nós foi um bom negócio", admitiu o presidente Andrés Sanches, que confirmou os valores: a partir de agora, em jogos de dia, o teto cobrado será de R$ 50 mil e nas partidas à noite, quando são usados os refletores, o valor será R$ 62,5 mil.   



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