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GM de São Caetano pode exportar tecnologia


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

19/02/2010 | 07:00


A força da engenharia brasileira da General Motors, que tem em São Caetano um dos cinco centros de desenvolvimento no mundo, foi atestada pelo presidente mundial das operações internacionais da empresa, Tim Lee. Recém-nomeado para esse cargo, Lee é responsável por supervisionar as atividades da montadora na Ásia, América Latina, África e Oriente Médio.

Ele escolheu o Brasil para fazer a sua primeira viagem internacional de negócios. E, ao conhecer o centro tecnológico da companhia no Grande ABC, destacou que nos projetos em desenvolvimento, 75% de um total de 16 itens têm potencial para alcançar alguns dos 80 países dos quais ele é responsável. "São produtos fantásticos que vão causar sensação."

O executivo também afirmou que vê boas perspectivas para a tecnologia flex fuel no mundo. Até o vice-presidente da GM no Brasil, José Carlos Pinheiro Neto, assinalou que a fabricante já é uma das maiores promotoras do etanol nos Estados Unidos, "onde existe cerca de 3 milhões de carros rodando com etanol".

Além do potencial de exportações, Lee ressaltou ainda a importância do mercado brasileiro para a montadora. "O Brasil é o terceiro mercado mundial para a GM e o segundo para a marca Chevrolet."

E o mercado nacional vem em expansão. O presidente da empresa para a América Latina, Jaime Ardila, projeta que o País deve voltar a bater recorde em vendas em 2010, chegando a 3,3 milhões de unidades, 4% a mais que 2009.

Por conta dos bons resultados, a montadora coloca em andamento, desde 2008, plano para investir R$ 5 bilhões até 2012, no Brasil.

RETALIAÇÃO - A GM vê com preocupação uma possível retaliação do governo brasileiro aos veículos norte-americanos em resposta aos subsídios dos Estados Unidos aos produtores de algodão daquele país. Isso porque existem rumores de que uma lista de itens que seriam sobretaxados pelo Brasil contemplaria também os carros importados da montadora norte-americana. "Nossa preferência é por uma solução negociada", afirmou Ardila.



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