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Fifa promove viagem ao passado em Robben Island



04/12/2009 | 07:00


A reunião da Fifa ontem, em Robben Island, foi uma viagem ao passado para cinco prisioneiros políticos dos tempos em que a África do Sul manchava a história com o Apartheid. Não foi, porém, uma viagem amarga para Tokyo Sexwale, Anthony Suze, Lizo Sitoto, Sedick Isaacs e Mark Shinners. Ao contrário, eles relembraram com alegria uma coisa boa, talvez a única, daqueles tempos de opressão: o futebol que jogavam com afinco, disciplina e regra, a ponto de criarem uma associação: a Makana Football Association.

Foi difícil para aqueles prisioneiros negros, agitadores para o regime, convencerem os administradores do presídio a permitirem que jogassem bola naquela época do Apartheid. Eles insistiram, pelo amor ao futebol e por um outro motivo, recordado ontem pelo falante Anthony Suze.

"O campo de futebol era o único espaço onde nos sentíamos livres", disse, com vigor. "Os carcereiros estavam ali, com suas armas, vigilantes, mas, quando estávamos nesse campo, eles não existiam. O futebol nos mantinha vivos", completou.



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Fifa promove viagem ao passado em Robben Island


04/12/2009 | 07:00


A reunião da Fifa ontem, em Robben Island, foi uma viagem ao passado para cinco prisioneiros políticos dos tempos em que a África do Sul manchava a história com o Apartheid. Não foi, porém, uma viagem amarga para Tokyo Sexwale, Anthony Suze, Lizo Sitoto, Sedick Isaacs e Mark Shinners. Ao contrário, eles relembraram com alegria uma coisa boa, talvez a única, daqueles tempos de opressão: o futebol que jogavam com afinco, disciplina e regra, a ponto de criarem uma associação: a Makana Football Association.

Foi difícil para aqueles prisioneiros negros, agitadores para o regime, convencerem os administradores do presídio a permitirem que jogassem bola naquela época do Apartheid. Eles insistiram, pelo amor ao futebol e por um outro motivo, recordado ontem pelo falante Anthony Suze.

"O campo de futebol era o único espaço onde nos sentíamos livres", disse, com vigor. "Os carcereiros estavam ali, com suas armas, vigilantes, mas, quando estávamos nesse campo, eles não existiam. O futebol nos mantinha vivos", completou.

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