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Santo André busca forças em exemplo recente para não ser rebaixado

Em 2007, equipe lutou contra descenso à Série C e se
salvou com três vitórias na reta final do campeonato


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

12/11/2009 | 07:00


O Santo André vive o pesadelo do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro e alguns jogadores do atual elenco já sentiram na pele como é estar nessa situação vestindo a própria camisa do Ramalhão.

Em 2007, o goleiro Neneca, o volante Fernando e o meia Marcelinho Carioca faziam parte do elenco que disputou a Segundona nacional, engrenou três vitórias na reta final e salvou-se do descenso à Série C no último jogo, ao vencer o Ceará, em Fortaleza, por 2 a 1.

Depois, o time viveu uma temporada perfeita, quando conquistou os acessos à Série A-1 do Paulista e para a elite nacional. Atualmente, o Ramalhão precisa vencer as quatro partidas que resta (Goiás, Avaí, Náutico e Inter) e torcer contra Fluminense e Botafogo, adversários diretos para manter-se na Série A do Brasileiro.

"É ruim brigar para não cair. Em 2007, durante a Série B, não fomos muito bem e brigamos o campeonato todo para não ser rebaixados. Depois veio 2008, um ano maravilhoso com os dois acessos e nos acostumamos a brigar por títulos. Agora voltar a essa situação é ruim, ficamos chateados, mas temos de unir forças, porque o que nos restar de chances vamos buscar", disse Neneca. "Ninguém gosta de estar nessa posição (a equipe é 18ª, com 35 pontos). Infelizmente estamos e agora é lutar para sair", emendou o camisa um.

Lamentando o resultado contra o Corinthians, considerado por todos como possibilidade de conquistar os três pontos - a equipe perdeu por 2 a 0 - o goleiro afirmou não dar mais atenção aos números e à matemática, que hoje indica 92% de chance de rebaixamento ao Ramalhão (segundo o professor da Escola de Engenharia da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul -, Tristão Garcia). "Depois dessa derrota procurei desligar de tudo. Não tinha visto ou lido nada. Agora, nessa semana, temos de ver quais chances restam para colocar em prática contra o Goiás e buscar o resultado", concluiu Neneca.

Ontem o time treinou em dois períodos em Atibaia, e hoje repete o cronograma, visando o jogo de domingo, contra o Goiás, fora de casa.



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Santo André busca forças em exemplo recente para não ser rebaixado

Em 2007, equipe lutou contra descenso à Série C e se
salvou com três vitórias na reta final do campeonato

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

12/11/2009 | 07:00


O Santo André vive o pesadelo do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro e alguns jogadores do atual elenco já sentiram na pele como é estar nessa situação vestindo a própria camisa do Ramalhão.

Em 2007, o goleiro Neneca, o volante Fernando e o meia Marcelinho Carioca faziam parte do elenco que disputou a Segundona nacional, engrenou três vitórias na reta final e salvou-se do descenso à Série C no último jogo, ao vencer o Ceará, em Fortaleza, por 2 a 1.

Depois, o time viveu uma temporada perfeita, quando conquistou os acessos à Série A-1 do Paulista e para a elite nacional. Atualmente, o Ramalhão precisa vencer as quatro partidas que resta (Goiás, Avaí, Náutico e Inter) e torcer contra Fluminense e Botafogo, adversários diretos para manter-se na Série A do Brasileiro.

"É ruim brigar para não cair. Em 2007, durante a Série B, não fomos muito bem e brigamos o campeonato todo para não ser rebaixados. Depois veio 2008, um ano maravilhoso com os dois acessos e nos acostumamos a brigar por títulos. Agora voltar a essa situação é ruim, ficamos chateados, mas temos de unir forças, porque o que nos restar de chances vamos buscar", disse Neneca. "Ninguém gosta de estar nessa posição (a equipe é 18ª, com 35 pontos). Infelizmente estamos e agora é lutar para sair", emendou o camisa um.

Lamentando o resultado contra o Corinthians, considerado por todos como possibilidade de conquistar os três pontos - a equipe perdeu por 2 a 0 - o goleiro afirmou não dar mais atenção aos números e à matemática, que hoje indica 92% de chance de rebaixamento ao Ramalhão (segundo o professor da Escola de Engenharia da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul -, Tristão Garcia). "Depois dessa derrota procurei desligar de tudo. Não tinha visto ou lido nada. Agora, nessa semana, temos de ver quais chances restam para colocar em prática contra o Goiás e buscar o resultado", concluiu Neneca.

Ontem o time treinou em dois períodos em Atibaia, e hoje repete o cronograma, visando o jogo de domingo, contra o Goiás, fora de casa.

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