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Luas-de-mel em Paris


Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

12/11/2009 | 07:00


"O amor passeia em Paris", escreveu o diretor Jayme Monjardim em seu blog. E a novela de Manoel Carlos faz jus à observação. Primeiro, o empresário Marcos (José Mayer) surpreende Helena (Taís Araújo) com uma viagem de lua-de-mel para a Cidade Luz. Após a charmosa cerimônia de casamento, um jatinho os espera no aeroporto de Búzios para ir direto à capital francesa, onde o clima de encantamento dá o tom de todos os passeios do casal. E nos capítulos que ainda não foram ao ar, será a vez de Luciana (Alinne Moraes) e Miguel (Mateus Solano) viverem seus dias de pombinhos em Giverny e no Castelo de Courances.

Os casais gravaram nas alamedas do Jardins das Tulherias, na fachada do Museu do Louvre, no Grand Palais e em Montmartre, que, segundo Monjardim, "é o bairro dos artistas, dos pintores, dos cabarés, da boemia parisiense e onde a vida é mais intensa na mais intensa das capitais da Europa!"

No Louvre, a pirâmide de vidro projetada pelo arquiteto norte-americano I.M.Pei - e que tanto instiga o imaginário dos leitores de O Código Da Vinci - funciona como porta de entrada. Desça a escada rolante à área de recepção, que contém lojas, cafés e bilheterias, e pegue um exemplar gratuito do guia com plantas coloridas. Ele servirá de bússola em meio ao labirinto de salas com mais de 250 mil obras de arte, entre esculturas egípcias, o Código de Hamurabi (primeiro código escrito de lei), antiguidades greco-romanas e pinturas do quilate da Mona Lisa, de Da Vinci, do místico Cristo na Cruz, de El Greco, e do alegre auto-retrato de Rembrandt. Um dia é pouco para ver tudo...

MONTMARTRE - No boêmio bairro de Montmartre, Helena desafia o fôlego de Marcos subindo a escadaria que leva ao topo do monte, de onde se tem vista privilegiada de toda Paris.

Considerado o local de martírio de St. Denis. Montmartre tornou-se centro de peregrinação cristã na Alta Idade Média, teve papel relevante nos acontecimentos da Comuna de Paris e caiu nas graças de muitos artistas no final do século 19 por conta dos aluguéis mais em conta. Isso rendeu ao bairro algumas pinturas célebres, como La bal du Moulin de la Galette, de Renoir (1876), e Les jardins de la Butte Montmartre, de Van Gogh (1887).

Até a Primeira Guerra, impressionistas, cubistas, fauvistas, futuristas, surrealistas e outros "istas" de plantão se esbarravam em suas ruelas e usavam como ateliê um imóvel chamado Bateau-Lavoir, destruído por um incêndio em 1970.

Perto dali, na Place Blanche, também fica uma das mais famosas e antigas casas de shows de Paris: o Moulin Rouge, inaugurado em 1885 tendo ninguém menos que Toulouse-Lautrec entre seus frequentadores.

Da luz à arquitetura

Durante os dez dias em que a equipe ficou na França, Monjardim procurou lugares que, além de românticos, explorassem a arquitetura e modernidade de Paris, como o Grand Palais, as alamedas do Jardim das Tulherias e o Cité de L'Architecture, onde Taís gravou cenas nas quais Helena fotografa para uma importante revista de moda internacional.

Inaugurada em setembro de 2007, a Cidade da Arquitetura e do Patrimônio fica no Palais de Chaillot, em frente à Torre Eiffel. Com 22 mil metros quadrados, é o maior centro do gênero no mundo, com museu, escola e centro de arquitetura contemporânea. As coleções proporcionam uma viagem pelas construções da Idade Média até nossos dias, da emblemática Catedral de Reims à cidade radiante de Lê Corbusier.

Um restaurante com terraço e vista para a Torre Eiffel torna o passeio ainda mais saboroso. E desde julho do ano passado, o espaço ainda oferece roteiro que inclui cruzeiro comentado de uma hora no Sena, almoço no Café Carlu e uma visita livre ao museu.



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Luas-de-mel em Paris

Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

12/11/2009 | 07:00


"O amor passeia em Paris", escreveu o diretor Jayme Monjardim em seu blog. E a novela de Manoel Carlos faz jus à observação. Primeiro, o empresário Marcos (José Mayer) surpreende Helena (Taís Araújo) com uma viagem de lua-de-mel para a Cidade Luz. Após a charmosa cerimônia de casamento, um jatinho os espera no aeroporto de Búzios para ir direto à capital francesa, onde o clima de encantamento dá o tom de todos os passeios do casal. E nos capítulos que ainda não foram ao ar, será a vez de Luciana (Alinne Moraes) e Miguel (Mateus Solano) viverem seus dias de pombinhos em Giverny e no Castelo de Courances.

Os casais gravaram nas alamedas do Jardins das Tulherias, na fachada do Museu do Louvre, no Grand Palais e em Montmartre, que, segundo Monjardim, "é o bairro dos artistas, dos pintores, dos cabarés, da boemia parisiense e onde a vida é mais intensa na mais intensa das capitais da Europa!"

No Louvre, a pirâmide de vidro projetada pelo arquiteto norte-americano I.M.Pei - e que tanto instiga o imaginário dos leitores de O Código Da Vinci - funciona como porta de entrada. Desça a escada rolante à área de recepção, que contém lojas, cafés e bilheterias, e pegue um exemplar gratuito do guia com plantas coloridas. Ele servirá de bússola em meio ao labirinto de salas com mais de 250 mil obras de arte, entre esculturas egípcias, o Código de Hamurabi (primeiro código escrito de lei), antiguidades greco-romanas e pinturas do quilate da Mona Lisa, de Da Vinci, do místico Cristo na Cruz, de El Greco, e do alegre auto-retrato de Rembrandt. Um dia é pouco para ver tudo...

MONTMARTRE - No boêmio bairro de Montmartre, Helena desafia o fôlego de Marcos subindo a escadaria que leva ao topo do monte, de onde se tem vista privilegiada de toda Paris.

Considerado o local de martírio de St. Denis. Montmartre tornou-se centro de peregrinação cristã na Alta Idade Média, teve papel relevante nos acontecimentos da Comuna de Paris e caiu nas graças de muitos artistas no final do século 19 por conta dos aluguéis mais em conta. Isso rendeu ao bairro algumas pinturas célebres, como La bal du Moulin de la Galette, de Renoir (1876), e Les jardins de la Butte Montmartre, de Van Gogh (1887).

Até a Primeira Guerra, impressionistas, cubistas, fauvistas, futuristas, surrealistas e outros "istas" de plantão se esbarravam em suas ruelas e usavam como ateliê um imóvel chamado Bateau-Lavoir, destruído por um incêndio em 1970.

Perto dali, na Place Blanche, também fica uma das mais famosas e antigas casas de shows de Paris: o Moulin Rouge, inaugurado em 1885 tendo ninguém menos que Toulouse-Lautrec entre seus frequentadores.

Da luz à arquitetura

Durante os dez dias em que a equipe ficou na França, Monjardim procurou lugares que, além de românticos, explorassem a arquitetura e modernidade de Paris, como o Grand Palais, as alamedas do Jardim das Tulherias e o Cité de L'Architecture, onde Taís gravou cenas nas quais Helena fotografa para uma importante revista de moda internacional.

Inaugurada em setembro de 2007, a Cidade da Arquitetura e do Patrimônio fica no Palais de Chaillot, em frente à Torre Eiffel. Com 22 mil metros quadrados, é o maior centro do gênero no mundo, com museu, escola e centro de arquitetura contemporânea. As coleções proporcionam uma viagem pelas construções da Idade Média até nossos dias, da emblemática Catedral de Reims à cidade radiante de Lê Corbusier.

Um restaurante com terraço e vista para a Torre Eiffel torna o passeio ainda mais saboroso. E desde julho do ano passado, o espaço ainda oferece roteiro que inclui cruzeiro comentado de uma hora no Sena, almoço no Café Carlu e uma visita livre ao museu.

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