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Furtos causam prejuízo de R$ 4 bilhões para lojas



12/11/2009 | 07:00


O comércio varejista no Brasil teve prejuízos de quase R$ 4 bilhões entre junho de 2008 e junho de 2009 apenas diante do furto de mercadorias por parte de clientes e pelos próprios funcionários de lojas. Os dados foram divulgados pelo Centro de Pesquisas de Varejo, no Reino Unido, que alerta que a recessão mundial gerou alta sem precedentes no volume de furtos por parte de clientes em lojas nas maiores economias do mundo.

A maior surpresa para o centro de pesquisa foi a descoberta que a maioria dos "novos furtos" foi realizado por pessoas da classe média. A pesquisa foi feita em 41 economias com mais de 1.000 redes de lojas de forma confidencial. O levantamento foi encomendado pela empresa de segurança de redes de comércio Checkpoint Systems. Em todo o mundo, a alta nos furtos no ano da recessão foi de 5,9%, totalizando US$ 115 bilhões.

Para os pesquisadores, o crescimento está relacionado à crise e à queda do poder aquisitivo de classe de consumidores que não estava acostumada com privacidades.

No Brasil, a alta nos roubos ficou acima da média mundial, em 6,6%. Mas o País apresentou dados menores que Europa, Japão ou Estados Unidos.

No País ao contrário de outras economias, a maior parte dos furtos (41%) foi realizada por funcionários das lojas. Clientes foram responsáveis por 33% e o restante teria sido gerado por fornecedores das mercadorias e no transporte.

Os dados divulgados pela entidade indicaram que o furto aumento em 8,8% em lojas de varejo nos Estados Unidos entre junho de 2008 e junho de 2009. Um ano antes, a alta havia sido de apenas 1,5%. A mesma tendência foi verificada na maioria dos países industrializados.



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Furtos causam prejuízo de R$ 4 bilhões para lojas


12/11/2009 | 07:00


O comércio varejista no Brasil teve prejuízos de quase R$ 4 bilhões entre junho de 2008 e junho de 2009 apenas diante do furto de mercadorias por parte de clientes e pelos próprios funcionários de lojas. Os dados foram divulgados pelo Centro de Pesquisas de Varejo, no Reino Unido, que alerta que a recessão mundial gerou alta sem precedentes no volume de furtos por parte de clientes em lojas nas maiores economias do mundo.

A maior surpresa para o centro de pesquisa foi a descoberta que a maioria dos "novos furtos" foi realizado por pessoas da classe média. A pesquisa foi feita em 41 economias com mais de 1.000 redes de lojas de forma confidencial. O levantamento foi encomendado pela empresa de segurança de redes de comércio Checkpoint Systems. Em todo o mundo, a alta nos furtos no ano da recessão foi de 5,9%, totalizando US$ 115 bilhões.

Para os pesquisadores, o crescimento está relacionado à crise e à queda do poder aquisitivo de classe de consumidores que não estava acostumada com privacidades.

No Brasil, a alta nos roubos ficou acima da média mundial, em 6,6%. Mas o País apresentou dados menores que Europa, Japão ou Estados Unidos.

No País ao contrário de outras economias, a maior parte dos furtos (41%) foi realizada por funcionários das lojas. Clientes foram responsáveis por 33% e o restante teria sido gerado por fornecedores das mercadorias e no transporte.

Os dados divulgados pela entidade indicaram que o furto aumento em 8,8% em lojas de varejo nos Estados Unidos entre junho de 2008 e junho de 2009. Um ano antes, a alta havia sido de apenas 1,5%. A mesma tendência foi verificada na maioria dos países industrializados.

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