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Mais dez autopeças aceitam reivindicações


Do Diário do Grande ABC

22/09/2009 | 07:00


Mais dez empresas da área de autopeças e de outros grupos de atividades procuraram o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC ontem e se comprometeram em atender à reivindicação salarial da categoria, de acordo com a entidade dos trabalhadores.

Desde que a greve foi deflagrada, na quinta-feira, o sindicato informou que 41 fábricas (18 em São Bernardo, 20 em Diadema, uma em Rio Grande da Serra e duas em Ribeirão Pires) já assumiram o mesmo compromisso e os empregados retornaram ao trabalho.

Dessa forma, estariam garantidos, nessas companhias, 6,53% de aumento, dos quais 2% real, mais abono igual a um terço do salário médio do grupo (o que representa mais 2,07% de aumento real).

Os índices são os mesmos conquistados pelos metalúrgicos na negociação com o Sinfavea (Sindicato Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para os trabalhadores das montadoras. Representantes das indústrias de autopeças e de outros grupos de segmentos ligadas à área metalúrgica tiveram suas propostas rejeitadas.

A adesão de grande número de fabricantes, de forma individual, no entanto, ajuda a pressionar o setor patronal a aceitar as reivindicações. Isso porque os metalúrgicos não fecham acordo por empresa, somente de forma coletiva. Nas fábricas que atenderam a pauta da categoria à revelia dos sindicatos patronais, os trabalhadores vão aguardar o desfecho da campanha trabalhando. Nas demais (Mark Grundfos, em São Bernardo, e Detroit, em Diadema, por exemplo), a greve continua.

Além dos trabalhadores nas autopeças, que pertencem ao Grupo 3 (mais os de parafusos e forjarias), estão sem proposta de aumento salarial o Grupo 2 (máquinas e eletroeletrônicos), Fundição e Grupo 8 (que abrange, por exemplo, laminação e trefilação, refrigeração, condutores elétricos, material ferroviário e rodoviário, artefatos de metais). Nessas categorias, a data-base é 1º de setembro.

O Grupo 10 (que inclui lâmpadas e aparelhos elétricos e de iluminação, equipamentos médicos, móveis metálicos, mecânica, estamparia, material bélico e reparação de veículos e outras áreas), o dissídio cai em 1° de novembro.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC tem 96 mil trabalhadores na sua base, assim distribuídos: montadoras (32 mil), autopeças (26 mil), G2 e G8 (30 mil), G10 (7,5 mil) e fundição (1,2 mil).



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