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Cresce disputa no PT de Mauá pela Assembleia

Partido tem atualmente três pré-candidatos a deputado estadual


Bruno Coelho
Do Diário do Grande ABC

26/03/2013 | 06:49


 

As discussões a respeito dos futuros candidatos do PT de Mauá na eleição de 2014 começam a ganhar nomes. Além do secretário de Mobilidade Urbana, Paulo Eugenio Pereira Junior, ser cotado para a disputa de uma das cadeiras da Assembleia Legislativa, o vereador José Luiz Cassimiro ratificou a pretensão de concorrer ao cargo. Com isso, o partido poderá ter até três componentes, uma vez que o também parlamentar Marcelo Oliveira manifesta desejo de entrar no processo eleitoral.

A cadeira no Parlamento paulista é vista como prioridade do PT local. O partido perdeu a vaga que tinha com a transferência de Donisete Braga da função de deputado estadual para prefeito. Na busca da representatividade, Cassimiro não vê problemas em mais de uma candidatura na legenda. "Já tivemos duas candidaturas (a deputado estadual no PT de Mauá ao mesmo tempo) e isso é possível. A candidatura é uma ferramenta para fortalecer o partido e o número de postulantes é secundário", avaliou o petista.

Cassimiro se mostra otimista ao lembrar que o PT mauaense tem histórico de lançar dois candidatos na Assembleia Legislativa, mas não leva em consideração os resultados dessas eleições. Com exceção de 2002, o petismo mauaense lançou mais de um postulante a deputado estadual desde 1998, mas não chegou a eleger dois representantes em nenhuma das oportunidades.

Em 1998, os então vereadores Donisete e Wagner Rubinelli protagonizaram uma disputa voto a voto para eleição de deputado estadual. Na queda de braço entre os correligionários, o primeiro recebeu 28.739 votos, contra 27.582 adesões do colega de partido.

A divisão dos eleitores pró-PT impediu que um dos dois chegasse ao Legislativo estadual diretamente. Suplente, Donisete somente ingressou à Assembleia com as vagas deixadas por José Filippi Júnior e Elói Pietá, que se elegeram prefeitos de Diadema e Guarulhos, respectivamente, em 2000.

No pleito de 2006, Donisete teve de enfrentar o hoje aliado Paulo Eugenio, mas conseguiu se reeleger pela terceira vez como deputado (64.569 votos), deixando o colega para trás (23.999). Quatro anos depois, o cenário se repetiu, desta vez com ex-vice-prefeito Márcio Chaves, que teve a adesão de apenas 21.698 eleitores. Donisete chegou ao quarto mandato com 105.436 adesões.

Marcelo Oliveira também manifesta desejo de se candidatar a deputado estadual pelo embalo da eleição de 2012, na qual foi o postulante à vereança mais votado em Mauá, com 4.334 sufrágios.

Enquanto isso, Cassimiro mantém conversas com ex-prefeito Oswaldo Dias. O parlamentar foi homem-forte da gestão anterior, ocupando o posto de secretário de Governo.

Mesmo tendo a bênção de Oswaldo, Cassimiro garantiu que procurará Donisete para tratar do assunto. "Ter o apoio do prefeito é importante. Seguirei conversando no partido", ponderou.

Já para deputado federal, o PT mauaense terá de escolher entre o secretário de Serviços Urbanos, Rogério Santana, e o vice-prefeito Hélcio Silva, atualmente primeiro suplente à Câmara dos Deputados.

 

 



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