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Servidores de São Bernardo voltam a criticar a Prefeitura


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

05/07/2009 | 07:35


Servidores públicos de São Bernardo realizaram ontem novo protesto contra a oferta de 0% de reajuste salarial oferecida pela Prefeitura. "A administração alega que não há meios de reajustar o salário da categoria porque o orçamento já está todo empenhado, mas, para nós, isso não ficou claro. Tentamos negociar, mas eles estão irredutíveis", explicou o presidente do Sindicato, Carlos Roberto da Silva, o Ketu.

A manifestação - que reuniu cerca de 70 pessoas, de acordo com o comando da Polícia Militar - foi apoiada pelo Sindserv (Sindicato dos Servidores) da cidade. Na sexta-feira, a expectativa era mobilizar entre 3.000 e 4.000 pessoas. O grupo saiu da Praça Samuel Sabatini e seguiu até a Igreja Matriz, passando pela Marechal Deodoro. Panfletos foram distribuídos à população.

Segundo o dirigente sindical, entre amanhã e quarta-feira o sindicato deve voltar novamente à mesa de negociação. "Se nada for resolvido, se nada for proposto, vamos parar. As conversas com o prefeito Luiz Marinho (PT)não avançaram. Está faltando vontade política", criticou.

Os servidores solicitam reajuste salarial de 6,25% (acompanhando o índice da inflação) e mais aumento real. "Estamos abertos para negociação", esclareceu Ketu.

A categoria pede também aumento para o auxílio-alimentação (de R$ 5 para R$ 10,50), redução da jornada de trabalho (de 44 horas para 40 horas) e equiparação de salários - seletistas recebem R$ 516 por mês, enquanto que estatutários ganham R$ 870.

"Além disso, recebemos apenas R$ 78 de auxílio-transporte, o que não é suficiente para muitos trabalhadores. O ideal seria calcular para cada um o quanto se gasta para ir e voltar do trabalho", disse o presidente do Sindserv.

As manifestações continuarão na próxima semana. No dia 14, o sindicato estará na sede da Secretaria de Saúde (Rua Joaquim, 380, Centro) e no dia 16 em frente ao Cenforpe (Centro de Formação de Professores - Rua Dom Jaime de Barros Câmara, 201, Bairro Planalto).



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Servidores de São Bernardo voltam a criticar a Prefeitura

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

05/07/2009 | 07:35


Servidores públicos de São Bernardo realizaram ontem novo protesto contra a oferta de 0% de reajuste salarial oferecida pela Prefeitura. "A administração alega que não há meios de reajustar o salário da categoria porque o orçamento já está todo empenhado, mas, para nós, isso não ficou claro. Tentamos negociar, mas eles estão irredutíveis", explicou o presidente do Sindicato, Carlos Roberto da Silva, o Ketu.

A manifestação - que reuniu cerca de 70 pessoas, de acordo com o comando da Polícia Militar - foi apoiada pelo Sindserv (Sindicato dos Servidores) da cidade. Na sexta-feira, a expectativa era mobilizar entre 3.000 e 4.000 pessoas. O grupo saiu da Praça Samuel Sabatini e seguiu até a Igreja Matriz, passando pela Marechal Deodoro. Panfletos foram distribuídos à população.

Segundo o dirigente sindical, entre amanhã e quarta-feira o sindicato deve voltar novamente à mesa de negociação. "Se nada for resolvido, se nada for proposto, vamos parar. As conversas com o prefeito Luiz Marinho (PT)não avançaram. Está faltando vontade política", criticou.

Os servidores solicitam reajuste salarial de 6,25% (acompanhando o índice da inflação) e mais aumento real. "Estamos abertos para negociação", esclareceu Ketu.

A categoria pede também aumento para o auxílio-alimentação (de R$ 5 para R$ 10,50), redução da jornada de trabalho (de 44 horas para 40 horas) e equiparação de salários - seletistas recebem R$ 516 por mês, enquanto que estatutários ganham R$ 870.

"Além disso, recebemos apenas R$ 78 de auxílio-transporte, o que não é suficiente para muitos trabalhadores. O ideal seria calcular para cada um o quanto se gasta para ir e voltar do trabalho", disse o presidente do Sindserv.

As manifestações continuarão na próxima semana. No dia 14, o sindicato estará na sede da Secretaria de Saúde (Rua Joaquim, 380, Centro) e no dia 16 em frente ao Cenforpe (Centro de Formação de Professores - Rua Dom Jaime de Barros Câmara, 201, Bairro Planalto).

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