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Produção industrial cresce no Brasil


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

03/07/2009 | 07:01


Impulsionada pelo setor automobilístico, a produção industrial brasileira cresceu 1,3% em maio frente a abril, de acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontando trajetória gradual de recuperação. Foi a quinta alta seguida na comparação mensal, o que leva a uma expansão de 7,8% nos cinco primeiro meses do ano.

A lenta recuperação já era atestada por outras instituições - o Indicador do Nível de Atividade, da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) registrou elevação de 0,9% no mês, apesar de, na comparação com um ano antes, o patamar ainda estar bem inferior (queda de 11,3%, no levantamento do IBGE).

A melhora também pode ser verificada pelo menor ritmo de queda no comparativo com o início de 2008. Nos cinco primeiros meses deste ano, foi assinalada retração de 13,9%, depois da diminuição de 14,9% no acumulado do ano até abril.

A reação se deve, dentre outros fatores, ao incremento da produção nas áreas farmacêutica (9,7%) e de veículos automotores (2% em maio frente a abril). No caso da fabricação de medicamentos, o crescimento tem relação com o rendimento da população, que se manteve em alta, apesar da crise internacional, segundo o economista André Macedo, do IBGE. Em relação ao segmento automobilístico, a redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializados) teria colaborado para o impulso nas vendas, na avaliação de representantes da indústria.

Nem todos os setores industriais mostraram melhora no mês a mês. Em maio, a fabricação de artigos de borracha e plástico, por exemplo, registrou queda de 2,7%. Para Macedo, o dado refletiria mais uma questão de ajuste de estoques do que um sinal de piora, já que a atividade subiu 6,8% em abril frente a março.

O empresário José Jaime Salgueiro, que tem fábrica de peças de plástico em Mauá, concorda com a avaliação. "O consumo de produtos melhorou. Para nós, tem aumentado todo mês de 4% a 5% desde o início do ano", afirmou.



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