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Ramalhão: de 'fair play' a time mais indisciplinado

Nas cinco primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, a equipe já teve quatro jogadores expulsos


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

08/06/2009 | 07:10


 

O Santo André terminou o Campeonato Paulista como o time mais disciplinado - recebeu 49 cartões amarelos e três vermelhos. Em função disso, ganhou o troféu Fair Play (termo em inglês para jogo limpo), entregue pela Panathlon Clube de São Paulo, em parceria com a FPF (Federação Paulista de Futebol).

No entanto, nas cinco primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, a equipe já teve quatro jogadores expulsos (Cicinho, Júnior Caiçara, Marcelinho Carioca e Nunes), fato que tem chamado a atenção de todos no clube do Grande ABC. "Como pode, o mesmo time, mesmo plantel, mesmo estilo de jogo, terem mudado tanto?", questionou o vice-presidente da Gestão Empresarial, Romualdo Magro Júnior.

O técnico Sérgio Guedes tem a resposta. "Excesso de rigor da arbitragem com o Santo André. Não é característica do nosso time ou dos nossos jogadores serem violentos ou cometer faltas. Pelo contrário. Os atletas que foram expulsos têm por característica receber faltas", disse.

De acordo com Magro Júnior e Guedes, as quatro expulsões foram injustas e o treinador não se viu em condições de cobrar algum tipo de atitude dos jogadores quanto a pegarem mais leve. "A gente conversa sobre isso, mas na minha opinião não foram lances que mereceram o cartão vermelho e não vi condições de cobrá-los por isso", comentou.

Sempre brincalhão, o lateral-direito Cicinho propôs algo diferente nos treinamentos do Ramalhão. "Vamos começar a fazer o coletivo com dez jogadores", ironizou. "É estranho ser o time mais disciplinado em um campeonato e no outro sofrer com isso. A única coisa que posso pensar é que querem nos prejudicar para que a gente caia", completou.

O vice-presidente ainda levantou outro aspecto. "Já não basta a gente receber 10% da cota (de televisão) que os outros recebem, ainda temos de conviver com isso dentro de campo. Aí é demais. Até poderia mandar carta para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), mas somos novatos, o irmão caçula, então sofremos", concluiu.

 



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Ramalhão: de 'fair play' a time mais indisciplinado

Nas cinco primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, a equipe já teve quatro jogadores expulsos

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

08/06/2009 | 07:10


 

O Santo André terminou o Campeonato Paulista como o time mais disciplinado - recebeu 49 cartões amarelos e três vermelhos. Em função disso, ganhou o troféu Fair Play (termo em inglês para jogo limpo), entregue pela Panathlon Clube de São Paulo, em parceria com a FPF (Federação Paulista de Futebol).

No entanto, nas cinco primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro, a equipe já teve quatro jogadores expulsos (Cicinho, Júnior Caiçara, Marcelinho Carioca e Nunes), fato que tem chamado a atenção de todos no clube do Grande ABC. "Como pode, o mesmo time, mesmo plantel, mesmo estilo de jogo, terem mudado tanto?", questionou o vice-presidente da Gestão Empresarial, Romualdo Magro Júnior.

O técnico Sérgio Guedes tem a resposta. "Excesso de rigor da arbitragem com o Santo André. Não é característica do nosso time ou dos nossos jogadores serem violentos ou cometer faltas. Pelo contrário. Os atletas que foram expulsos têm por característica receber faltas", disse.

De acordo com Magro Júnior e Guedes, as quatro expulsões foram injustas e o treinador não se viu em condições de cobrar algum tipo de atitude dos jogadores quanto a pegarem mais leve. "A gente conversa sobre isso, mas na minha opinião não foram lances que mereceram o cartão vermelho e não vi condições de cobrá-los por isso", comentou.

Sempre brincalhão, o lateral-direito Cicinho propôs algo diferente nos treinamentos do Ramalhão. "Vamos começar a fazer o coletivo com dez jogadores", ironizou. "É estranho ser o time mais disciplinado em um campeonato e no outro sofrer com isso. A única coisa que posso pensar é que querem nos prejudicar para que a gente caia", completou.

O vice-presidente ainda levantou outro aspecto. "Já não basta a gente receber 10% da cota (de televisão) que os outros recebem, ainda temos de conviver com isso dentro de campo. Aí é demais. Até poderia mandar carta para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), mas somos novatos, o irmão caçula, então sofremos", concluiu.

 

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