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Alta do spread na crise custa R$ 8 bi para brasileiros



26/04/2009 | 07:02


O aumento do spread bancário (diferença entre a taxa de juros cobrada pelos bancos e a que eles pagam para captar recursos) em meio à crise financeira mundial custou R$ 8,2 bilhões aos brasileiros.

Isso significa que o equivalente a nada menos do que 1,5% do total de investimentos em produção feitos no ano passado, ou cerca de 0,5% do consumo das famílias, foi pago a mais por causa dos aumentos do spread acima do valor correspondente à inadimplência entre setembro de 2008 e fevereiro deste ano.

As informações são de levantamento feito pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), com base em dados do Banco Central.

O trabalho contesta o argumento dos bancos, que alegam ter aumentado o spread por causa da maior exposição das entidades à inadimplência. "Não justifica as altas acentuadas dos últimos meses", afirmou o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.



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Alta do spread na crise custa R$ 8 bi para brasileiros


26/04/2009 | 07:02


O aumento do spread bancário (diferença entre a taxa de juros cobrada pelos bancos e a que eles pagam para captar recursos) em meio à crise financeira mundial custou R$ 8,2 bilhões aos brasileiros.

Isso significa que o equivalente a nada menos do que 1,5% do total de investimentos em produção feitos no ano passado, ou cerca de 0,5% do consumo das famílias, foi pago a mais por causa dos aumentos do spread acima do valor correspondente à inadimplência entre setembro de 2008 e fevereiro deste ano.

As informações são de levantamento feito pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), com base em dados do Banco Central.

O trabalho contesta o argumento dos bancos, que alegam ter aumentado o spread por causa da maior exposição das entidades à inadimplência. "Não justifica as altas acentuadas dos últimos meses", afirmou o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

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