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Venda de material de construção cai 12 % no primeiro bimestre


Bárbara Ladeia
Do Diário do Grande ABC

25/03/2009 | 07:00


Vendedores de materiais de construção para o varejo sentem os efeitos da crise. No primeiro bimestre desse ano, segundo a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), a queda nas vendas foi de 12% em nível nacional.

Para Melvyn Fox, presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), a redução dos estoques das lojas somada à retração do consumidor levaram a um resultado nada positivo. A queda no número de pedidos na indústria bateu os 18,5%.

Atualmente, a maior expectativa vem da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que deverá acompanhar o pacote habitacional a ser anunciado hoje pelo governo federal. "Com isso, conseguimos esboçar uma recuperação a partir de abril", lembra. Segundo Foz, o crescimento previsto para o ano fica entre 4% e 5%. "Com certeza o Grande ABC vai ter boa parte nesse crescimento, pois o déficit habitacional e a concentração urbana são muito acentuados na região."

Embora não comente números, Carlos Agusto Nascimento, diretor regional da C&C, tradicional loja do setor, afirma que não há crise para a região. "Não tivemos qualquer queda para o primeiro bimestre. Nossas três lojas estão vendendo muito bem", afirma. "Cresceu perto de 5% o volume de vendas em relação ao primeiro bimestre do ano passado".

Para ele, o ‘ponto fora da curva' vem da pouca demanda de crédito para compra no varejo. "Conosco, boa parte das compras são feitas com o cartão de crédito ou à vista. Nosso poucos financiamentos não dão problemas", explica. "O Grande ABC é sempre um ponto fora da curva nesse sentido."

A Telha Norte, por sua vez, não arriscou tanto otimismo e garante que a expectativa do pacote habitacional do governo tem ditado as regras do negócio. A empresa afirma que mantém planos de expansão tanto em termos nacionais como para a região. Uma nova loja da rede será inaugurada hoje, em Santo André.



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Venda de material de construção cai 12 % no primeiro bimestre

Bárbara Ladeia
Do Diário do Grande ABC

25/03/2009 | 07:00


Vendedores de materiais de construção para o varejo sentem os efeitos da crise. No primeiro bimestre desse ano, segundo a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), a queda nas vendas foi de 12% em nível nacional.

Para Melvyn Fox, presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), a redução dos estoques das lojas somada à retração do consumidor levaram a um resultado nada positivo. A queda no número de pedidos na indústria bateu os 18,5%.

Atualmente, a maior expectativa vem da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que deverá acompanhar o pacote habitacional a ser anunciado hoje pelo governo federal. "Com isso, conseguimos esboçar uma recuperação a partir de abril", lembra. Segundo Foz, o crescimento previsto para o ano fica entre 4% e 5%. "Com certeza o Grande ABC vai ter boa parte nesse crescimento, pois o déficit habitacional e a concentração urbana são muito acentuados na região."

Embora não comente números, Carlos Agusto Nascimento, diretor regional da C&C, tradicional loja do setor, afirma que não há crise para a região. "Não tivemos qualquer queda para o primeiro bimestre. Nossas três lojas estão vendendo muito bem", afirma. "Cresceu perto de 5% o volume de vendas em relação ao primeiro bimestre do ano passado".

Para ele, o ‘ponto fora da curva' vem da pouca demanda de crédito para compra no varejo. "Conosco, boa parte das compras são feitas com o cartão de crédito ou à vista. Nosso poucos financiamentos não dão problemas", explica. "O Grande ABC é sempre um ponto fora da curva nesse sentido."

A Telha Norte, por sua vez, não arriscou tanto otimismo e garante que a expectativa do pacote habitacional do governo tem ditado as regras do negócio. A empresa afirma que mantém planos de expansão tanto em termos nacionais como para a região. Uma nova loja da rede será inaugurada hoje, em Santo André.

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