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Comandante de barco que naufragou vai a júri popular



13/03/2009 | 07:00


O responsável por conduzir o barco Comandante Sales, que naufragou superlotado em quatro de maio de 2008 no Rio Solimões matando 48 dos mais de 100 passageiros, vai a júri popular em 15 de abril, em Manacapuru (60 quilômetros de Manaus), onde ocorreu o acidente.

O comandante Luis Sales da Silva, de 43 anos, será o primeiro condutor de barco responsabilizado por um acidente a ser julgado dessa forma no País. Sete moradores da cidade foram sorteados para compor o júri.

Este tipo de julgamento não é incomum para acidentes de carro em que o motorista é acusado de homicídio. "Pode-se argumentar que não há fiscalização nos portos, que seria papel do governo do Estado. E que é insuficiente a fiscalização nos rios, feita pela Capitania dos Portos. Mas o fato é que o condutor do barco estava trabalhando alcoolizado e em um barco com diversas irregularidades", defende o juiz Luis Cláudio Chaves.

O comandante da embarcação teve sua prisão preventiva decretada dez dias após o acidente, mas hoje responde ao processo em liberdade por ser réu primário.



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Comandante de barco que naufragou vai a júri popular


13/03/2009 | 07:00


O responsável por conduzir o barco Comandante Sales, que naufragou superlotado em quatro de maio de 2008 no Rio Solimões matando 48 dos mais de 100 passageiros, vai a júri popular em 15 de abril, em Manacapuru (60 quilômetros de Manaus), onde ocorreu o acidente.

O comandante Luis Sales da Silva, de 43 anos, será o primeiro condutor de barco responsabilizado por um acidente a ser julgado dessa forma no País. Sete moradores da cidade foram sorteados para compor o júri.

Este tipo de julgamento não é incomum para acidentes de carro em que o motorista é acusado de homicídio. "Pode-se argumentar que não há fiscalização nos portos, que seria papel do governo do Estado. E que é insuficiente a fiscalização nos rios, feita pela Capitania dos Portos. Mas o fato é que o condutor do barco estava trabalhando alcoolizado e em um barco com diversas irregularidades", defende o juiz Luis Cláudio Chaves.

O comandante da embarcação teve sua prisão preventiva decretada dez dias após o acidente, mas hoje responde ao processo em liberdade por ser réu primário.

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