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Reforma do Conselho de Segurança da ONU anima Brasil



26/02/2009 | 07:00


A diplomacia brasileira aposta todas as fichas em uma discreta negociação sobre a nada fácil reforma do Conselho de Segurança, que começou nas Nações Unidas neste mês.

Diante da oportunidade aberta, o governo trabalha para restaurar a unidade do grupo que ambiciona uma cadeira permanente - Alemanha, África do Sul, Brasil e Índia, o chamado G-4 - e para aliciar os 53 países da África na montagem de uma proposta única de reforma. Nessa estratégia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá o papel de reforçar a tese da ampliação do Conselho em foros internacionais como o G-20.

O desafio esteve arquivado por quatro anos, desde a fracassada tentativa do G-4 de apresentar aos 193 membros da ONU sua proposta de reforma do Conselho.

A pretensão brasileira de atuar como integrante permanente no Conselho tem a idade da ONU, 63 anos. O tema ganhou prioridade da política exterior nas duas vezes em que o embaixador Celso Amorim conduziu o Itamaraty - entre 1993 e 1994, no governo Itamar Franco, e desde 2003, na administração Lula.



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