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Amorim aguarda visita de Berlusconi ao País


Das Agências

01/02/2009 | 07:00


O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem que espera a visita do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, ao Brasil "o mais rapidamente possível". Ele classificou as relações entre os dois países de "excelentes".

Em Davos, no Fórum Econômico Mundial, Amorim foi cercado pela imprensa italiana e bombardeado de perguntas sobre o caso Cesare Battisti. No entanto, o ministro não quis fazer declarações sobre o assunto alegando que o governo Lula já havia se pronunciado e que o caso está agora no STF (Supremo Tribunal Federal). "Nós também somos uma democracia", resumiu Amorim.

A decisão do governo brasileiro de conceder refúgio político ao ex-ativista criou problemas diplomáticos entre os dois países. A Itália pede a extradição imediata de Battisti, condenado a prisão perpétua por quatro homicídios na década de 1970, os quais ele nega ter cometido.

O embaixador italiano foi chamado de volta a Roma "para consultas". Além disso, a visita de Berlusconi ao Brasil e o amistoso entre as duas seleções, marcado para 10 de fevereiro, em Londres, chegaram a ficar ameaçados. "Sou fã de futebol, mas não vou ao jogo. Tenho outras coisas a fazer", afirmou Amorim.

A possibilidade de o amistoso ser cancelado irritou o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira. "Isso é uma brincadeira. Se o futebol fosse pagar por qualquer problema político, então não teríamos mais nenhum jogo".



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Amorim aguarda visita de Berlusconi ao País

Das Agências

01/02/2009 | 07:00


O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou ontem que espera a visita do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, ao Brasil "o mais rapidamente possível". Ele classificou as relações entre os dois países de "excelentes".

Em Davos, no Fórum Econômico Mundial, Amorim foi cercado pela imprensa italiana e bombardeado de perguntas sobre o caso Cesare Battisti. No entanto, o ministro não quis fazer declarações sobre o assunto alegando que o governo Lula já havia se pronunciado e que o caso está agora no STF (Supremo Tribunal Federal). "Nós também somos uma democracia", resumiu Amorim.

A decisão do governo brasileiro de conceder refúgio político ao ex-ativista criou problemas diplomáticos entre os dois países. A Itália pede a extradição imediata de Battisti, condenado a prisão perpétua por quatro homicídios na década de 1970, os quais ele nega ter cometido.

O embaixador italiano foi chamado de volta a Roma "para consultas". Além disso, a visita de Berlusconi ao Brasil e o amistoso entre as duas seleções, marcado para 10 de fevereiro, em Londres, chegaram a ficar ameaçados. "Sou fã de futebol, mas não vou ao jogo. Tenho outras coisas a fazer", afirmou Amorim.

A possibilidade de o amistoso ser cancelado irritou o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira. "Isso é uma brincadeira. Se o futebol fosse pagar por qualquer problema político, então não teríamos mais nenhum jogo".

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