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Independência de Elba Ramalho


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

28/04/2008 | 07:00


Em clima intimista e com arranjos semi-acústicos, a cantora Elba Ramalho apresenta o show de lançamento do CD Qual o Assunto que Mais lhe Interessa?, no próximo dia 1º, às 21h, no Teatro Municipal de Santo André (Praça IV Centenário, s/nº. Tel.: 4433-0789). Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

No palco, a intérprete recebe o auxílio luxuoso do trio de instrumentistas formado por Marcos Arcanjo (guitarra, viola e violão), Anjo Caldas (percussão) e Toninho Ferraguti (acordeão).

Primeiro lançamento do selo criado por Elba, o Ramax, o álbum preserva sua estreita relação com os ritmos nordestinos, ao mesmo tempo em que abre os braços para o pop e o samba. No repertório, destacam-se composições de Arnaldo Antunes, Lenine e Lula Queiroga (que produziu o disco). Em entrevista ao Diário, por e-mail, a cantora fala sobre os assuntos que mais a interessam, entre eles o formato do show, a experiência como proprietária de selo independente e os artistas que admira.

DIÁRIO – Você apresentará o show no formato semi-acústico. O que é mais interessante nesse tipo de formato?
ELBA RAMALHO – O mais bacana é a proximidade com o público, sugerida pelo espaço, no caso, o teatro, e pelo repertório que delineia o roteiro de importantes momentos da minha vida. Meus encontros com compositores e sonhos ainda não revelados. Me aproximo bastante do público quando faço shows com essa formação e a atriz está evidente todo o tempo.

DIÁRIO – O disco Qual o assunto que mais lhe interessa? é o primeiro lançamento do selo Ramax. Como é para você a experiência de ser independente?
ELBA – É uma experiência nova e excitante. O trabalho vem para nossas mãos e tudo que o envolve fica sob nossa mira. Não existe mais fórmula para o sucesso e nem é esse o meu projeto de vida, senão fazer o que gosto, no tempo conveniente. A maturidade e serenidade adquiridas ao longo de uma vida servem de base sólida para o pouso e o repouso do espírito, porque o que está no crivo de minha razão, atualmente, é completamente espiritual. O selo Ramax ainda é muito jovem para um mercado de grandes multinacionais, mas atende aos meus própósitos e, com certeza, abre espaço para outros artistas.

DIÁRIO – Qual é o assunto que mais te interessa neste momento?
ELBA – A vida e o amor que se oferece como a verdadeira religião. Sou atenta ao mundo e suas mazelas e o que tenho visto não me agrada muito. As perspectivas do futuro são pouco otimistas e sempre estamos perguntando: “O que deu errado?”. Digo que é o próprio homem e seu distanciamento de Deus.

DIÁRIO – Quais são os novos artistas que te interessam mais?
ELBA – Os compositores sempre me atraem. Lenine, Lula Queiroga, Chico César, Carlinhos Brown, Zeca Baleiro e outros dessa geração são meus preferidos, sem minimizar outros.


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Independência de Elba Ramalho

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

28/04/2008 | 07:00


Em clima intimista e com arranjos semi-acústicos, a cantora Elba Ramalho apresenta o show de lançamento do CD Qual o Assunto que Mais lhe Interessa?, no próximo dia 1º, às 21h, no Teatro Municipal de Santo André (Praça IV Centenário, s/nº. Tel.: 4433-0789). Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

No palco, a intérprete recebe o auxílio luxuoso do trio de instrumentistas formado por Marcos Arcanjo (guitarra, viola e violão), Anjo Caldas (percussão) e Toninho Ferraguti (acordeão).

Primeiro lançamento do selo criado por Elba, o Ramax, o álbum preserva sua estreita relação com os ritmos nordestinos, ao mesmo tempo em que abre os braços para o pop e o samba. No repertório, destacam-se composições de Arnaldo Antunes, Lenine e Lula Queiroga (que produziu o disco). Em entrevista ao Diário, por e-mail, a cantora fala sobre os assuntos que mais a interessam, entre eles o formato do show, a experiência como proprietária de selo independente e os artistas que admira.

DIÁRIO – Você apresentará o show no formato semi-acústico. O que é mais interessante nesse tipo de formato?
ELBA RAMALHO – O mais bacana é a proximidade com o público, sugerida pelo espaço, no caso, o teatro, e pelo repertório que delineia o roteiro de importantes momentos da minha vida. Meus encontros com compositores e sonhos ainda não revelados. Me aproximo bastante do público quando faço shows com essa formação e a atriz está evidente todo o tempo.

DIÁRIO – O disco Qual o assunto que mais lhe interessa? é o primeiro lançamento do selo Ramax. Como é para você a experiência de ser independente?
ELBA – É uma experiência nova e excitante. O trabalho vem para nossas mãos e tudo que o envolve fica sob nossa mira. Não existe mais fórmula para o sucesso e nem é esse o meu projeto de vida, senão fazer o que gosto, no tempo conveniente. A maturidade e serenidade adquiridas ao longo de uma vida servem de base sólida para o pouso e o repouso do espírito, porque o que está no crivo de minha razão, atualmente, é completamente espiritual. O selo Ramax ainda é muito jovem para um mercado de grandes multinacionais, mas atende aos meus própósitos e, com certeza, abre espaço para outros artistas.

DIÁRIO – Qual é o assunto que mais te interessa neste momento?
ELBA – A vida e o amor que se oferece como a verdadeira religião. Sou atenta ao mundo e suas mazelas e o que tenho visto não me agrada muito. As perspectivas do futuro são pouco otimistas e sempre estamos perguntando: “O que deu errado?”. Digo que é o próprio homem e seu distanciamento de Deus.

DIÁRIO – Quais são os novos artistas que te interessam mais?
ELBA – Os compositores sempre me atraem. Lenine, Lula Queiroga, Chico César, Carlinhos Brown, Zeca Baleiro e outros dessa geração são meus preferidos, sem minimizar outros.

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