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Sto.André faz parceria para construção de moradias populares


Rodrigo Bruder
Especial para o Diário

21/02/2008 | 07:12


Um convênio entre a Prefeitura de Santo André e a Santa Luzia – uma entidade sem fins lucrativos que visa construir empreendimentos a preços populares – permitirá a construção de três prédios com 138 apartamentos de 54 m², dois dormitórios, cozinha e um banheiro.

O anúncio foi feito pelo prefeito de Santo André, João Avamileno (PT), em evento realizado no Espaço Força Viva ontem à noite. O prefeito avalia que o município não terá nenhum ônus ao doar o terreno avaliado em R$ 4 milhões na rua Pinhal, 700, no bairro Camilópolis, já que com a parceria serão menos famílias na fila de espera por moradias populares. “A Prefeitura não tem como atender todo mundo, por isso a importância de ações como esta”, disse Avamileno.

Os apartamentos sairão por R$ 38 mil, cada, sendo que parte desse valor já vinha sendo quitada pelas famílias por meio de contribuições mensais. Todos os beneficiados são associados da Santa Luzia e se organizam em grupos para entrarem na fila dos empreendimentos.

Segundo representantes da entidade, os moradores não trabalharão sozinhos na construção. Haverá contratação de uma empreiteira. “Será uma espécie de co-mutirão, mas já foi contratada uma construtora para fazer os apartamentos”, observa o vereador Jurandir Gallo (PT), que é ligado à Santa Luzia. Segundo ele, o empreendimento está avaliado no mercado em R$ 90 mil. A doação do terreno, o sistema de mutirão, além do acesso mais barato a itens básicos da cesta de construção civil barateiam o custo final, segundo os associados.

Um bom exemplo do benefício que essas moradias trarão é o porteiro José Sousa Martins, 57 anos, que saiu do Piauí na década de 1980 para realizar o sonho de conseguir emprego e casa própria.

Trabalho, Martins conseguiu rápido, porém, depois de pagar aluguel por mais de duas décadas, a moradia própria só veio a ser alcançada agora, já que ele faz parte do grupo de famílias do programa de habitação. A partir deste mês, ele começará a erguer sua residência com as próprias mãos.

“Era tudo que eu sonhava”, alegra-se Silva, que deixará de pagar R$ 270 de aluguel, para quitar as parcelas do financiamento tomado junto à Caixa Econômica Federal, que disponibilizará para cada família uma linha de crédito de até R$ 30 mil.



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