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Álcool deve ficar mais caro na região


Daniel Trielli
Do Diário do Grande ABC

21/02/2008 | 07:07


Quem abastece o carro com álcool pode ter uma surpresa desagradável nos próximos dias. O preço do derivado de cana-de-açúcar deve subir por causa de reajustes promovidos pelas distribuidoras de combustível. Segundo postos do Grande ABC, tudo indica que a onda de aumentos comece pela Shell com alta de R$ 0,05 no litro ainda nesta semana.

As informações são do presidente do Regran (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do ABC), José Antônio Gonzalez Garcia, o Toninho, que também diz que há problemas de abastecimento. “Vários postos da região, de todas as bandeiras, estão reclamando que não receberam álcool ontem (segunda-feira) e hoje (quarta-feira). Alguns estão para receber de 10 a 15 mil litros desde sexta-feira passada e ainda nada”, conta.

Segundo Toninho, as distribuidoras não admitem o desabastecimento. “Eles falam que o abastecimento está normal, mas muita gente ainda não recebeu álcool. Tudo indica que vem aumento por aí.”

Pelo menos nas usinas, o aumento já ocorreu. Segundo o levantamento semanal do Cepea (Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada), da USP, o preço do litro do derivado de cana-de-açúcar subiu 5,1% só na semana passada no produtor. De um valor médio de R$ 0,67345, pulou para R$ 0,70777.

Pela pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo), no entanto, o preço do álcool ainda não foi afetado pela reversão na curva de quedas registrada pela Cepea (que vinha ocorrendo desde dezembro).

Na pesquisa da ANP sobre os preços nos postos na semana passada, o custo médio no Grande ABC era de R$ 1,239, 0,56% menor do que o registrado no período anterior (R$ 1,246). No entanto, o pequeno impacto da redução – que não representa nem um centavo – já indica que o preço começa um movimento de altas. Em Mauá, São Caetano e Diadema, isso já é realidade. Os preços médios nesses municípios subiram 1,49%, 1,1% e 0,85%, respectivamente.



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