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Bolsa despenca 2,56%



07/03/2008 | 07:04


A Bovespa encerrou o pregão ontem na mínima do dia, baixa de 2,56%, aos 62.974,6 pontos, menor patamar desde 19 de fevereiro (62.296,5 pontos). Na máxima do dia, atingiu 64.676 pontos (+0,07%). No ano, acumula queda de 1,43% e, no mês, baixa de 0,81%. O volume financeiro foi bem mais tímido que na véspera e totalizou R$ 4,983 bilhões.

O investidor pôde escolher por qual razão se desfazer dos papéis com ações ontem, já que sobraram justificativas para explicar o mau humor. Foram várias no segmento financeiro, entre as quais vale destacar a notícia de que a Carlyle Capital não conseguiu cumprir as chamadas de margem de uma carteira de US$ 21,7 bilhões ontem.

Além da Carlyle, a Thornburg Mortgage também não conseguiu responder à chamada de margem de US$ 28 milhões do credor JPMorgan.

Dos bancos para a moeda: o dólar enfraquecido fez novamente o euro atingir nível recorde e, na Europa, o presidente do Banco Central da região, Jean-Claude Trichet, em entrevista após a instituição ter mantido o juro básico em 4% (como previsto), foi claro ao sinalizar que um corte da taxa não deve ocorrer tão cedo.

Em meio aos temores cada vez mais reais de que a economia norte-americana está em vias de uma recessão, os especialistas gostariam de ver um corte na taxa de juros na Europa, ou pelo menos uma sinalização.

Contudo, os analistas continuam avaliando que a Bovespa passou apenas por uma correção de preços, ou uma realização de lucros no jargão do mercado. Muitos estrangeiros saíram do mercado ontem para honrar posições no Exterior ou, ao menos, para procurar ativos ainda menos arriscados.

Com tantas notícias ruins, o Dow Jones recuou 1,75%, aos 12.040,4 pontos, o S&P caiu 2,20% e o Nasdaq, 2,30%.

CÂMBIO

O dólar no mercado à vista devolveu as quedas iniciais e subiu à tarde em meio ao aumento da aversão ao risco lá fora. O pronto fechou na cotação máxima do balcão, de R$ 1,680 (+0,48%), e a R$ 1,679 (+0,54%) na roda da BM&F.



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