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Brasil é estratégico para montadoras de caminhões


Marcelo de Paula
Do Diário do Grande ABC

24/02/2008 | 07:02


O Brasil, definitivamente, é um mercado indispensável e estratégico para qualquer montadora de caminhões que atua ou almeja atuar globalmente.

Além de ter uma economia grande e que vem apresentando crescimento expressivo no setor, o País abriga as mais fortes concorrentes do segmento e, por isso mesmo, já se transformou num pólo exportador e de desenvolvimento de produtos.

Para se ter uma idéia, segundo dados da Anfavea – associação que congrega os fabricantes de veículos – foram produzidos 106.001 unidades de carga em 2006 e outros 136.760 em 2007, crescimento de 29%. A previsão é que em 2008 a demanda aumente em torno de 18%.

RANKING - Não por acaso o Brasil é o primeiro mercado da Scania no mundo, e o segundo da Volvo e da Ford. A Volkswagem, por sua vez, só possui unidade fabricante de caminhões em terras tupiniquins e a Agrale, empresa nacional que atua no segmento há 25 anos, hoje já exporta para diversos países, graças, entre outras razões, às oportunidades que o mercado nacional oferece.

“É impossível ignorar o Brasil, pois o País tem um mercado muito grande e é um pólo exportador”, comenta o diretor de Operações de Caminhões da Ford, Oswaldo Jardim. “Além do mais, aqui estão os maiores competidores globais.”

O executivo comenta que no ano passado a Ford produziu 26 mil caminhões para atender a demanda doméstica e também para exportar. “Para obter esse resultado, tivemos de investir US$ 500 milhões nos últimos oito anos e vamos aplicar outros US$ 300 milhões até 2011.

A Volkswagen, por sua vez, fabricou 47.224 unidades, 33% a mais que em 2006 e até 2012 pretende investir R$ 1 bilhão na ampliação de sua capacidade produtiva, desenvolvimento de produtos e tecnologias.

“Consideramos o Brasil um mercado de alta importância, não só pelos laços históricos, mas também porque a partir daqui exportamos para países como México, África do Sul e Colômbia”, disse o diretor de Vendas, Ricardo Alouche.

 



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Brasil é estratégico para montadoras de caminhões

Marcelo de Paula
Do Diário do Grande ABC

24/02/2008 | 07:02


O Brasil, definitivamente, é um mercado indispensável e estratégico para qualquer montadora de caminhões que atua ou almeja atuar globalmente.

Além de ter uma economia grande e que vem apresentando crescimento expressivo no setor, o País abriga as mais fortes concorrentes do segmento e, por isso mesmo, já se transformou num pólo exportador e de desenvolvimento de produtos.

Para se ter uma idéia, segundo dados da Anfavea – associação que congrega os fabricantes de veículos – foram produzidos 106.001 unidades de carga em 2006 e outros 136.760 em 2007, crescimento de 29%. A previsão é que em 2008 a demanda aumente em torno de 18%.

RANKING - Não por acaso o Brasil é o primeiro mercado da Scania no mundo, e o segundo da Volvo e da Ford. A Volkswagem, por sua vez, só possui unidade fabricante de caminhões em terras tupiniquins e a Agrale, empresa nacional que atua no segmento há 25 anos, hoje já exporta para diversos países, graças, entre outras razões, às oportunidades que o mercado nacional oferece.

“É impossível ignorar o Brasil, pois o País tem um mercado muito grande e é um pólo exportador”, comenta o diretor de Operações de Caminhões da Ford, Oswaldo Jardim. “Além do mais, aqui estão os maiores competidores globais.”

O executivo comenta que no ano passado a Ford produziu 26 mil caminhões para atender a demanda doméstica e também para exportar. “Para obter esse resultado, tivemos de investir US$ 500 milhões nos últimos oito anos e vamos aplicar outros US$ 300 milhões até 2011.

A Volkswagen, por sua vez, fabricou 47.224 unidades, 33% a mais que em 2006 e até 2012 pretende investir R$ 1 bilhão na ampliação de sua capacidade produtiva, desenvolvimento de produtos e tecnologias.

“Consideramos o Brasil um mercado de alta importância, não só pelos laços históricos, mas também porque a partir daqui exportamos para países como México, África do Sul e Colômbia”, disse o diretor de Vendas, Ricardo Alouche.

 

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