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O caipira quer ser um grande vilão


Karina Craveiro
Da TV Press

07/02/2008 | 07:05


Quando Emílio Orciollo Netto foi convidado pelo diretor Marcos Paulo para viver um personagem em Desejo Proibido (Globo, 18h) não quis nem saber do que se tratava a história. Aceitou de cara. O personagem da questão era Argemiro, que começou modesto na trama e conquistou o público se apaixonando por Florinda, de Grazi Massafera. Alguns capítulos depois, o coração de Argemiro foi fisgado, sem querer, por Eulália, de Aninha Lima, irmã de Florinda.

“O engraçado é que todo mundo queria que o Argemiro ficasse com a Florinda, mas agora que ele está com a Eulália, eles formam o casal mais querido da novela”, vibra o ator.

Muito conhecido por fazer novelas de época e papéis cômicos, como o Crispim de Alma Gêmea, Emílio apostou no carisma de Argemiro. “Já me disseram que vou ficar especialista em tipos regionais do Brasil”, diverte-se. Mesmo vivendo diversos papéis engraçados e interioranos, ele garante que nenhum sai igual ao outro. Apesar de estar satisfeito com seu Argemiro, o ator tem vontade de viver um vilão contemporâneo.

“Tenho fé que meu próximo personagem vai ser um vilão e acho que muita gente vai se surpreender”, aposta.

Desde que iniciou sua carreira no teatro, aos 14 anos, Emílio não parou mais de trabalhar. Foi em 1986, quando assistiu à minissérie Anos Dourados, que resolveu ser ator. Começou em um grupo amador e depois de três anos, passou para uma escola profissional, onde foi descoberto pelo diretor Luiz Fernando Carvalho.

“Ele viu uma peça minha e me chamou para fazer O Rei do Gado, minha primeira novela. Saí de lá empregado.”

Com 12 anos de carreira na TV, Emílio se orgulha de ter participado também de três minisséries – a última foi Amazônia – De Galvez a Chico Mendes – e de mais de dez peças de teatro, entre elas, Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues.

Teatro, aliás, é a paixão do ator que se diz mais à vontade em cima dos palcos e entrega que, se pudesse escolher, viveria só desta arte. Depois do fim das gravações, Emílio pretende, inclusive, estrear, no Rio, a comédia Os Difamantes, com a atriz Maria Clara Gueiros.


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O caipira quer ser um grande vilão

Karina Craveiro
Da TV Press

07/02/2008 | 07:05


Quando Emílio Orciollo Netto foi convidado pelo diretor Marcos Paulo para viver um personagem em Desejo Proibido (Globo, 18h) não quis nem saber do que se tratava a história. Aceitou de cara. O personagem da questão era Argemiro, que começou modesto na trama e conquistou o público se apaixonando por Florinda, de Grazi Massafera. Alguns capítulos depois, o coração de Argemiro foi fisgado, sem querer, por Eulália, de Aninha Lima, irmã de Florinda.

“O engraçado é que todo mundo queria que o Argemiro ficasse com a Florinda, mas agora que ele está com a Eulália, eles formam o casal mais querido da novela”, vibra o ator.

Muito conhecido por fazer novelas de época e papéis cômicos, como o Crispim de Alma Gêmea, Emílio apostou no carisma de Argemiro. “Já me disseram que vou ficar especialista em tipos regionais do Brasil”, diverte-se. Mesmo vivendo diversos papéis engraçados e interioranos, ele garante que nenhum sai igual ao outro. Apesar de estar satisfeito com seu Argemiro, o ator tem vontade de viver um vilão contemporâneo.

“Tenho fé que meu próximo personagem vai ser um vilão e acho que muita gente vai se surpreender”, aposta.

Desde que iniciou sua carreira no teatro, aos 14 anos, Emílio não parou mais de trabalhar. Foi em 1986, quando assistiu à minissérie Anos Dourados, que resolveu ser ator. Começou em um grupo amador e depois de três anos, passou para uma escola profissional, onde foi descoberto pelo diretor Luiz Fernando Carvalho.

“Ele viu uma peça minha e me chamou para fazer O Rei do Gado, minha primeira novela. Saí de lá empregado.”

Com 12 anos de carreira na TV, Emílio se orgulha de ter participado também de três minisséries – a última foi Amazônia – De Galvez a Chico Mendes – e de mais de dez peças de teatro, entre elas, Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues.

Teatro, aliás, é a paixão do ator que se diz mais à vontade em cima dos palcos e entrega que, se pudesse escolher, viveria só desta arte. Depois do fim das gravações, Emílio pretende, inclusive, estrear, no Rio, a comédia Os Difamantes, com a atriz Maria Clara Gueiros.

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