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Caçula na região, Rio Grande faz 44 anos

Para comemorar a data, a Prefeitura de Rio Grande da Serra preparou programação especial durante o mês


André Vieira
Especial para o Diário

03/05/2008 | 07:02


A menor cidade do Grande ABC completa hoje 44 anos de emancipação política e administrativa. Para comemorar a data, a Prefeitura de Rio Grande da Serra preparou uma programação especial que se estenderá por todo mês de maio.

Entre outras atividades, nos dias 9 e 11, o município irá organizar o Festival do Cambuci, evento gastronômico em homenagem à fruta típica da região. A reinauguração de quatro Emeis (Escola Municipal de Ensino Infantil) e a abertura para o público de uma praça e quadra poliesportiva também integram as festividades.

No último dia do mês, é a vez da celebração do terceiro casamento comunitário promovido junto à população e da inauguração do Parque dos Ipês, em Santa Tereza.
Os investimentos em infra-estrutura e urbanização são prioridade para a administração. O prefeito Adler Kiko Teixeira (PSDB) adianta que o bairro São João, na região mais acidentada da cidade, terá todas as suas vias pavimentadas no prazo de nove meses. As obras, que já começaram, estão sendo custeados por verbas do Estado. Com características semelhantes, o bairro Novo Horizonte, em breve, também receberá melhorias urbanas.

Segundo Kiko, o maior entrave do município é a baixa arrecadação. "Nosso orçamento médio é de R$ 30 milhões, comparável ao montante anual destinado à Câmara Municipal de Santo André", afirmou.

Na opinião do prefeito, a criação de um roteiro turístico contemplando Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e Paranapiacaba - discussão em andamento no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC - pode aumentar o interesse pela cidade e atrair visitantes e divisas.

MISSA
Reinaugurada em 20 de fevereiro, a Igreja Matriz São Sebastião, celebra hoje, às 10h, missa em ação de graças ao aniversário. Na madrugada de 3 de fevereiro de 2006, o teto da paróquia cedeu e precisou ser reconstruído. A paróquia fica ao lado da Capela Santa Cruz, que é considerada a pedra fundamental da cidade e foi erguida em 1611.

Turismo é alternativa para o crescimento

Advogada e historiadora de Rio Grande da Serra, Gisela Leonor Saar, 76 anos - todos vividos no município -, destaca o potencial turístico como uma das formas de desenvolver e aumentar a arrecadação.

Segundo Leonor, a atividade ainda é pouco aproveitada e incentivada na região, que no final do século XVI e começo do século XVII serviu como ponto de parada para o descanso e pernoite de tropeiros que traziam do Litoral os produtos vindos de Portugal.

A pedreira (rocha usada para a prática de esportes radicais) e a represa Billings (fonte de água para a região) são alguns dos pontos mais bonitos e prósperos para o turismo, na opinião da historiadora. Antes, no entanto, seria preciso melhorar a urbanização da cidade, para receber e abrigar os novos visitantes.

A capela Santa Cruz, tombada pelo município, também merece destaque. "Não pela beleza, mas pelo significado histórico", afirma. De acordo com Leonor, desde o ano passado as escolas municipais realizam trabalho para resgatar e difundir a história do município.



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