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Mauaense estréia no 'berçário' paulista


Dérek Bittencourt
Especial para o Diário

19/04/2008 | 07:03


O Campeonato Paulista da Segunda Divisão começa neste sábado com 45 clubes em busca de um só objetivo: o acesso à Série A-3. Quatro vagas estão em disputa e equipes de todo o Estado serão concorrentes. O único representante da região será o Grêmio Mauaense, rebaixado no ano passado, e que tentará subir. Seu primeiro desafio acontece neste sábado, às 15h, contra o Atibaia, no Interior.

Entre os demais concorrentes estão diversas equipes com tradição e história no futebol paulista, caso do Jabaquara, de Santos, um dos fundadores da Federação Paulista de Futebol, além de Inter de Bebedouro e Velo Clube, de Rio Claro, que também já figuraram na elite estadual.

Apesar do nome ser Segunda Divisão, a competição é equivalente à quarta divisão e entre os clubes recém-fundados é o primeiro passo dentro do profissionalismo. Assim, alguns times participarão pela primeira vez de um torneio profissional.

Estes são os casos do Américo Esporte, de Américo Brasiliense, do Primeira Camisa, de São José dos Campos, do Osasco, do Paulínia e do Red Bull Brasil, da Capital. Todos foram fundados entre 2004 e 2008 e debutam no torneio.

Por outro lado, outros voltam à atividade após um período de licença, casos da Saltense, de Salto, do Paulistano, de São Roque, do Comercial, de Registro, e do Flamengo, de Pirajuí.

Mauaense - O time de Mauá será dirigido por Luiz Antônio Francisco de Paula, o Nei, treinador que já teve passagens por ECO, de Osasco, São Caetano e Atlético Sorocaba. “Nosso objetivo será fazer uma boa campanha para crescer a Mauaense. Porque isso é bom para Mauá”, exaltou Nei. O atacante Léo Silva tem na cabeça o mesmo foco. “Nossa meta é subir e colocar o Mauaense onde não deveria ter saído, e, quem sabe, subir até chegar entre os grandes.”

O grupo conta com cerca de 25 jogadores, alguns deles vindos do São Caetano, outros do Atlético Sorocaba e de diversos clubes de todo o País, mas com um ponto em comum: todos são indicados pelo treinador. “Este é um elenco 100% formado por mim. Foram os meus olhos que trouxeram estes jogadores e posso dizer que é um elenco de qualidade. Tem grande coletividade, disposição e vontade de vencer”, explica.

Competição sub-23 privilegia crescimento da garotada

Segundo o regulamento da Segunda Divisão, apenas atletas Sub-23 podem ser utilizados no torneio. Isto diminui as médias de idades entre os participantes e deixa o campeonato nivelado e com mais disposição por parte dos jogadores. “Todos querem aparecer e vão se mostrar bastante aguerridos”, comentou o preparador físico do Mauaense, Cléber Vaz.

No time de Mauá a média de idade é de 19 anos, mas, apesar disso, o time não será mais frágil que os concorrentes do campeonato.

“Já tem exemplos de times jovens que deram certo, como o Santos do Robinho. Aqui é um grupo de jovens de talento”, comentou o zagueiro Diogo. “A idade não vai influenciar porque são jogadores experientes, que já jogaram em clubes como São Caetano e Atlético Sorocaba”, emendou o atacante Léo Silva.

Para o preparador físico, o fato de o elenco ser formado por atletas com idades parecidas, facilita seu trabalho. “Quando se trabalha com idade limitada é mais fácil. A resposta física dos atletas é semelhante e varia apenas entre as posições dos jogadores”, explicou Vaz.

Para o técnico Nei, por se tratar de atletas com pouca idade, é preciso ter mais paciência na hora de fazer uma cobranças. “Antes de qualquer situação eu assumo a responsabilidade, tanto pelo insucesso quanto pelo sucesso. Não se pode passar para um menino de 18 ou 19 anos a responsabilidade de um resultado negativo”.

Nei exemplificou seu comentário com um caso que acontece em um time grande. “O Lulinha sofre grande pressão dentro do Corinthians em razão do rebaixamento e de resultados ruins. Isso é um absurdo.”

Time espera vitória neste sábado para começar com o pé direito

O jogo de sábado à tarde contra o Atibaia é tido como importante para o elenco do Mauaense, sobretudo se conseguirem trazer os três pontos da casa do adversário.

“A gente está confiante e se fizermos nosso trabalho bem feito vai dar tudo certo. Queremos trazer os três pontos de qualquer forma para estrear bem”, disse o zagueiro Diogo.

Idéia semelhante tem o atacante Kaká. “Estrear bem é um bom parâmetro para saber o que será o campeonato”, comentou. “Todos estamos ansiosos para estrear, mas esperamos um bom rendimento”, disse o atacante Léo Silva.

O Atibaia foi um dos finalistas da Segunda Divisão do ano passado e este retrospecto é de conhecimento do grupo de Mauá. “Sei que quase subiu no ano passado e deve ser um bom time”, disse Léo Silva.

Já o técnico Nei mostra ter conhecimento sobre o Atibaia. “É um time muito bom, conta com dois jogadores emprestados do São Paulo. Será um jogo de alto nível porque nosso time tem qualidade”, disse o treinador.



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Mauaense estréia no 'berçário' paulista

Dérek Bittencourt
Especial para o Diário

19/04/2008 | 07:03


O Campeonato Paulista da Segunda Divisão começa neste sábado com 45 clubes em busca de um só objetivo: o acesso à Série A-3. Quatro vagas estão em disputa e equipes de todo o Estado serão concorrentes. O único representante da região será o Grêmio Mauaense, rebaixado no ano passado, e que tentará subir. Seu primeiro desafio acontece neste sábado, às 15h, contra o Atibaia, no Interior.

Entre os demais concorrentes estão diversas equipes com tradição e história no futebol paulista, caso do Jabaquara, de Santos, um dos fundadores da Federação Paulista de Futebol, além de Inter de Bebedouro e Velo Clube, de Rio Claro, que também já figuraram na elite estadual.

Apesar do nome ser Segunda Divisão, a competição é equivalente à quarta divisão e entre os clubes recém-fundados é o primeiro passo dentro do profissionalismo. Assim, alguns times participarão pela primeira vez de um torneio profissional.

Estes são os casos do Américo Esporte, de Américo Brasiliense, do Primeira Camisa, de São José dos Campos, do Osasco, do Paulínia e do Red Bull Brasil, da Capital. Todos foram fundados entre 2004 e 2008 e debutam no torneio.

Por outro lado, outros voltam à atividade após um período de licença, casos da Saltense, de Salto, do Paulistano, de São Roque, do Comercial, de Registro, e do Flamengo, de Pirajuí.

Mauaense - O time de Mauá será dirigido por Luiz Antônio Francisco de Paula, o Nei, treinador que já teve passagens por ECO, de Osasco, São Caetano e Atlético Sorocaba. “Nosso objetivo será fazer uma boa campanha para crescer a Mauaense. Porque isso é bom para Mauá”, exaltou Nei. O atacante Léo Silva tem na cabeça o mesmo foco. “Nossa meta é subir e colocar o Mauaense onde não deveria ter saído, e, quem sabe, subir até chegar entre os grandes.”

O grupo conta com cerca de 25 jogadores, alguns deles vindos do São Caetano, outros do Atlético Sorocaba e de diversos clubes de todo o País, mas com um ponto em comum: todos são indicados pelo treinador. “Este é um elenco 100% formado por mim. Foram os meus olhos que trouxeram estes jogadores e posso dizer que é um elenco de qualidade. Tem grande coletividade, disposição e vontade de vencer”, explica.

Competição sub-23 privilegia crescimento da garotada

Segundo o regulamento da Segunda Divisão, apenas atletas Sub-23 podem ser utilizados no torneio. Isto diminui as médias de idades entre os participantes e deixa o campeonato nivelado e com mais disposição por parte dos jogadores. “Todos querem aparecer e vão se mostrar bastante aguerridos”, comentou o preparador físico do Mauaense, Cléber Vaz.

No time de Mauá a média de idade é de 19 anos, mas, apesar disso, o time não será mais frágil que os concorrentes do campeonato.

“Já tem exemplos de times jovens que deram certo, como o Santos do Robinho. Aqui é um grupo de jovens de talento”, comentou o zagueiro Diogo. “A idade não vai influenciar porque são jogadores experientes, que já jogaram em clubes como São Caetano e Atlético Sorocaba”, emendou o atacante Léo Silva.

Para o preparador físico, o fato de o elenco ser formado por atletas com idades parecidas, facilita seu trabalho. “Quando se trabalha com idade limitada é mais fácil. A resposta física dos atletas é semelhante e varia apenas entre as posições dos jogadores”, explicou Vaz.

Para o técnico Nei, por se tratar de atletas com pouca idade, é preciso ter mais paciência na hora de fazer uma cobranças. “Antes de qualquer situação eu assumo a responsabilidade, tanto pelo insucesso quanto pelo sucesso. Não se pode passar para um menino de 18 ou 19 anos a responsabilidade de um resultado negativo”.

Nei exemplificou seu comentário com um caso que acontece em um time grande. “O Lulinha sofre grande pressão dentro do Corinthians em razão do rebaixamento e de resultados ruins. Isso é um absurdo.”

Time espera vitória neste sábado para começar com o pé direito

O jogo de sábado à tarde contra o Atibaia é tido como importante para o elenco do Mauaense, sobretudo se conseguirem trazer os três pontos da casa do adversário.

“A gente está confiante e se fizermos nosso trabalho bem feito vai dar tudo certo. Queremos trazer os três pontos de qualquer forma para estrear bem”, disse o zagueiro Diogo.

Idéia semelhante tem o atacante Kaká. “Estrear bem é um bom parâmetro para saber o que será o campeonato”, comentou. “Todos estamos ansiosos para estrear, mas esperamos um bom rendimento”, disse o atacante Léo Silva.

O Atibaia foi um dos finalistas da Segunda Divisão do ano passado e este retrospecto é de conhecimento do grupo de Mauá. “Sei que quase subiu no ano passado e deve ser um bom time”, disse Léo Silva.

Já o técnico Nei mostra ter conhecimento sobre o Atibaia. “É um time muito bom, conta com dois jogadores emprestados do São Paulo. Será um jogo de alto nível porque nosso time tem qualidade”, disse o treinador.

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