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Vizinho e rival são
exemplos ao Ramalhão

Campanhas de São Bernardo e Red Bull em 2012 embalam
o time, que recebe o Capivariano no Estádio Bruno Daniel


Derek Bittencourt
do Diário do Grande ABC

02/02/2013 | 07:31


Se uma conquista foi alcançada no passado, é porque teve seus méritos. Sem dúvida não foi fácil, teve erros, mas a partir dos acertos chegou ao tão almejado objetivo. É se baseando em exemplos do passado recente vivido por um vizinho e um rival que o Santo André vai para cima do Capivariano, às 16h de hoje, no Estádio Bruno Daniel, pela quarta rodada do Paulista da Série A-2.

Em 2012, o início de campanha do São Bernardo foi terrível. Cinco jogos, cinco derrotas, troca de treinador e vaias da torcida. Quatro meses depois, no entanto, o clube comemorava o inédito título. Por outro lado, o Red Bull, que começou com nove jogos de invencibilidade (sete vitórias e dois empates), foi perdendo forças e, no fim das contas, não chegou sequer ao acesso.

Nesta temporada, o Santo André não teve início irregular, mas também ainda não convenceu. Por ora, venceu uma, empatou outra e sofreu um revés em três compromissos. Hoje, tem os modelos do Tigre e do Touro para buscar embalo e equilíbrio.

"O São Bernardo nos ensinou bastante. Perdeu as cinco primeiras e foi campeão. Acredito que com seis, sete rodadas é que o campeonato começa a se definir. As equipes mais bem preparadas se sobressaem", afirmou o zagueiro Júnior Paulista. "Como o time foi montado há 30 dias, o que vai acontecer é crescente. Acho melhor desta forma do que começar muito bem, como foi com o Red Bull no ano passado, e depois cair. Temos de acertar os erros para buscar a classificação. A partir daí é outro campeonato", emendou o também zagueiro Rogélio, capitão do Red Bull em 2012.

Na visão do técnico Ademir Fonseca, a intenção do Santo André é seguir passo a passo rumo à vaga para a próxima fase, apesar das limitações. "Quando se tem elenco grande, no qual a qualidade é homogênea, é importante começar bem. Mas não temos isso (grupo numeroso), e espero ir subindo paulatinamente para entrar e permanecer no G-8, porque depois da classificação é outra história", afirmou.

 

Santo André confia em repeteco do último jogo

 

No empate (1 a 1) com a Santacruzense, quarta-feira, no Bruno Daniel, o que se viu foi um time atacando (Santo André) e o outro apenas se defendendo, na busca pelo gol apenas nas bolas paradas. E para o jogo de hoje, todos no Ramalhão esperam comportamento semelhante do Capivariano.

"Será jogo duro. É equipe que joga atrás da linha da bola, marca forte, mas todos aqui buscam um só objetivo por uma sequência boa", destacou o volante Ramalho. "Temos de jogar e demonstrar nossa força. Se vem fechado, é porque respeita o Santo André e a maioria dos que virão será assim. Dentro de casa temos que fazer a lição. Desta vez os dois pontos não vão escapar", emendou o zagueiro Rogélio, em alusão ao empate cedido à Santacruzense.

 

Fonseca busca opções para montar equipe

 

O Santo André pode ter algumas caras novas no time para o duelo contra o Capivariano. Com as lesões de Bruno Paulo e Leandrinho diante da Santacruzense, na quarta-feira, o atacante William Xavier deve ganhar novo companheiro no setor ofensivo ramalhino.

"Sabíamos que alguns jogadores poderiam sentir. Era um risco. O Bruno Paulo não joga há muito tempo. Estava no Atlético-PR, mas sem jogar. O Leandrinho não atua por 90 minutos faz bastante tempo. O Otávio vinha sem jogar e descansou hoje (ontem, apenas apitou o rachão/CF) para estar recuperado para o jogo", contou o técnico Ademir Fonseca.

"Para o ataque, temos os meninos: (Willian) Dadá, Vitor Hugo e Gustavinho. São opções se precisar", completou o comandante, que também tem como possibilidade adiantar os meias Sandro ou Luciano Henrique para o setor, ganhando força na armação das jogadas.

Na zaga, se Otávio não tiver em condições (dores no pé esquerdo), Junior Paulista está apenas esperando uma ordem de Fonseca para pegar uma das camisas de titular. Já no meio campo, por opção do treinador, Juninho - que entrou contra Velo Clube e Lusa - pode ser utilizado na vaga de Rogério. "Quem for entrar está doido por oportunidade. O (Junior) Paulista foi capitão no ano passado e está de prontidão, esperando por uma chance", disse o zagueiro Rogélio.

INGRESSOS

Estarão à venda até o início do jogo a R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira). Menores de 12 e maiores de 60 anos não pagam a entrada.

 



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Vizinho e rival são
exemplos ao Ramalhão

Campanhas de São Bernardo e Red Bull em 2012 embalam
o time, que recebe o Capivariano no Estádio Bruno Daniel

Derek Bittencourt
do Diário do Grande ABC

02/02/2013 | 07:31


Se uma conquista foi alcançada no passado, é porque teve seus méritos. Sem dúvida não foi fácil, teve erros, mas a partir dos acertos chegou ao tão almejado objetivo. É se baseando em exemplos do passado recente vivido por um vizinho e um rival que o Santo André vai para cima do Capivariano, às 16h de hoje, no Estádio Bruno Daniel, pela quarta rodada do Paulista da Série A-2.

Em 2012, o início de campanha do São Bernardo foi terrível. Cinco jogos, cinco derrotas, troca de treinador e vaias da torcida. Quatro meses depois, no entanto, o clube comemorava o inédito título. Por outro lado, o Red Bull, que começou com nove jogos de invencibilidade (sete vitórias e dois empates), foi perdendo forças e, no fim das contas, não chegou sequer ao acesso.

Nesta temporada, o Santo André não teve início irregular, mas também ainda não convenceu. Por ora, venceu uma, empatou outra e sofreu um revés em três compromissos. Hoje, tem os modelos do Tigre e do Touro para buscar embalo e equilíbrio.

"O São Bernardo nos ensinou bastante. Perdeu as cinco primeiras e foi campeão. Acredito que com seis, sete rodadas é que o campeonato começa a se definir. As equipes mais bem preparadas se sobressaem", afirmou o zagueiro Júnior Paulista. "Como o time foi montado há 30 dias, o que vai acontecer é crescente. Acho melhor desta forma do que começar muito bem, como foi com o Red Bull no ano passado, e depois cair. Temos de acertar os erros para buscar a classificação. A partir daí é outro campeonato", emendou o também zagueiro Rogélio, capitão do Red Bull em 2012.

Na visão do técnico Ademir Fonseca, a intenção do Santo André é seguir passo a passo rumo à vaga para a próxima fase, apesar das limitações. "Quando se tem elenco grande, no qual a qualidade é homogênea, é importante começar bem. Mas não temos isso (grupo numeroso), e espero ir subindo paulatinamente para entrar e permanecer no G-8, porque depois da classificação é outra história", afirmou.

 

Santo André confia em repeteco do último jogo

 

No empate (1 a 1) com a Santacruzense, quarta-feira, no Bruno Daniel, o que se viu foi um time atacando (Santo André) e o outro apenas se defendendo, na busca pelo gol apenas nas bolas paradas. E para o jogo de hoje, todos no Ramalhão esperam comportamento semelhante do Capivariano.

"Será jogo duro. É equipe que joga atrás da linha da bola, marca forte, mas todos aqui buscam um só objetivo por uma sequência boa", destacou o volante Ramalho. "Temos de jogar e demonstrar nossa força. Se vem fechado, é porque respeita o Santo André e a maioria dos que virão será assim. Dentro de casa temos que fazer a lição. Desta vez os dois pontos não vão escapar", emendou o zagueiro Rogélio, em alusão ao empate cedido à Santacruzense.

 

Fonseca busca opções para montar equipe

 

O Santo André pode ter algumas caras novas no time para o duelo contra o Capivariano. Com as lesões de Bruno Paulo e Leandrinho diante da Santacruzense, na quarta-feira, o atacante William Xavier deve ganhar novo companheiro no setor ofensivo ramalhino.

"Sabíamos que alguns jogadores poderiam sentir. Era um risco. O Bruno Paulo não joga há muito tempo. Estava no Atlético-PR, mas sem jogar. O Leandrinho não atua por 90 minutos faz bastante tempo. O Otávio vinha sem jogar e descansou hoje (ontem, apenas apitou o rachão/CF) para estar recuperado para o jogo", contou o técnico Ademir Fonseca.

"Para o ataque, temos os meninos: (Willian) Dadá, Vitor Hugo e Gustavinho. São opções se precisar", completou o comandante, que também tem como possibilidade adiantar os meias Sandro ou Luciano Henrique para o setor, ganhando força na armação das jogadas.

Na zaga, se Otávio não tiver em condições (dores no pé esquerdo), Junior Paulista está apenas esperando uma ordem de Fonseca para pegar uma das camisas de titular. Já no meio campo, por opção do treinador, Juninho - que entrou contra Velo Clube e Lusa - pode ser utilizado na vaga de Rogério. "Quem for entrar está doido por oportunidade. O (Junior) Paulista foi capitão no ano passado e está de prontidão, esperando por uma chance", disse o zagueiro Rogélio.

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Estarão à venda até o início do jogo a R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira). Menores de 12 e maiores de 60 anos não pagam a entrada.

 

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