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Antropofagia musical

Tom Zé repensa o movimento em 'Tropicália Lixo Lógico',
show do disco homônimo lançado em 2011 em CD e vinil


Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

02/02/2013 | 07:21


Inventor e reinventor contumaz, Tom Zé é capaz de dar giros de 360 graus em uma só coisa sob diversos prismas. Agora, aos 76 anos, é a sua vez de explanar sobre o tropicalismo, movimento que ele ajudou a fazer ao lado de gente como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Rogério Duprat. O cantor e compositor apresenta hoje e amanhã, no Sesc Santo André, o resultado de seus pensamentos sobre o asssunto com 'Tropicália Lixo Lógico', show do disco homônimo lançado no ano passado em CD e vinil.

São muitos os lugares visitados por Tom Zé para a concepção do trabalho. A partida para o seu entendimento sobre o movimento bebe de várias fontes. É quase um novo movimento antropofágico. A ideia é que o surgimento do tropicalismo veio da infância de Caetano e Gil. Eles aprenderam o que usariam para criar o movimento até os 2 anos de idade. As informações, para Tom Zé, ficaram guardadas no hipotálamo e atravessaram o tempo incólumes, até chegarem ao córtex, que transformou os pensamentos em ação a partir de uma combustão provocada pelo choque da música do período com informações como a chegada do rock e a revalorização dos pensamentos de Oswald de Andrade e sua turma modernista. Segundo ele, as culturas árabe, celta, assíria e egípcia ainda compõem as aspirações do pensamento tropicalista.

A teoria é bem mais complexa do que a prática. No show, as canções que passeiam do rap à MPB, segundo o próprio Tom Zé, são de sua safra mais popular e cantante. Isso é verdade. O trabalho é extremamente arejado, conta com participações de artistas como Mallu Magalhães, Emicida, Rodrigo Amarante, Pélico e traz temas cotidianos nas letras.

Tom Zé - Música. Hoje, às 20h; e amanhã, às 19h. No Sesc Santo André - Rua Tamarutaca, 302. Tel.: 4469-1200. Ingr.: R$ 8 a R$ 32



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Antropofagia musical

Tom Zé repensa o movimento em 'Tropicália Lixo Lógico',
show do disco homônimo lançado em 2011 em CD e vinil

Thiago Mariano
Do Diário do Grande ABC

02/02/2013 | 07:21


Inventor e reinventor contumaz, Tom Zé é capaz de dar giros de 360 graus em uma só coisa sob diversos prismas. Agora, aos 76 anos, é a sua vez de explanar sobre o tropicalismo, movimento que ele ajudou a fazer ao lado de gente como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Rogério Duprat. O cantor e compositor apresenta hoje e amanhã, no Sesc Santo André, o resultado de seus pensamentos sobre o asssunto com 'Tropicália Lixo Lógico', show do disco homônimo lançado no ano passado em CD e vinil.

São muitos os lugares visitados por Tom Zé para a concepção do trabalho. A partida para o seu entendimento sobre o movimento bebe de várias fontes. É quase um novo movimento antropofágico. A ideia é que o surgimento do tropicalismo veio da infância de Caetano e Gil. Eles aprenderam o que usariam para criar o movimento até os 2 anos de idade. As informações, para Tom Zé, ficaram guardadas no hipotálamo e atravessaram o tempo incólumes, até chegarem ao córtex, que transformou os pensamentos em ação a partir de uma combustão provocada pelo choque da música do período com informações como a chegada do rock e a revalorização dos pensamentos de Oswald de Andrade e sua turma modernista. Segundo ele, as culturas árabe, celta, assíria e egípcia ainda compõem as aspirações do pensamento tropicalista.

A teoria é bem mais complexa do que a prática. No show, as canções que passeiam do rap à MPB, segundo o próprio Tom Zé, são de sua safra mais popular e cantante. Isso é verdade. O trabalho é extremamente arejado, conta com participações de artistas como Mallu Magalhães, Emicida, Rodrigo Amarante, Pélico e traz temas cotidianos nas letras.

Tom Zé - Música. Hoje, às 20h; e amanhã, às 19h. No Sesc Santo André - Rua Tamarutaca, 302. Tel.: 4469-1200. Ingr.: R$ 8 a R$ 32

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