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Bonome quer
estadualizar
Nardini

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Candidato a estadual levanta proposta para desafogar unidade de Mauá; Estado já repassa R$ 12 milhões


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

13/09/2014 | 07:00


Candidato a deputado estadual pelo PMDB, Nilson Bonome defendeu como um dos pilares de sua campanha a retomada da bandeira de estadualização do Hospital Municipal Doutor Radamés Nardini, em Mauá. A proposta é transferir a gerência do equipamento ao governo do Estado, que comandou o espaço até o início dos anos 1990.

“Ideia seria no sentido de otimizar o atendimento, desafogar outras unidades, reduzindo filas. Com a ampliação, (o equipamento) ficaria mais próximo dos moradores de Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra”, destrinchou.

A discussão é antiga no intuito de mudar a responsabilidade de manutenção do Nardini, construído no fim da década de 1970. A proposta já foi defendida, inclusive, pelo prefeito mauaense, Donisete Braga (PT), quando era parlamentar na Assembleia. O equipamento tem custeio anual médio de R$ 67 milhões. “Fui secretário de Saúde em Santo André (no governo Aidan Ravin, PSB). Sei que o mais complicado não é (inaugurar) prédio e sim o custeio (da unidade). Saúde é prioridade e essa microrregião necessita de hospital de referência”, disse Bonome.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) renovou em agosto convênio com a Prefeitura. Esse acordo prevê auxílio financeiro no valor de R$ 1 milhão ao mês, totalizando R$ 12 milhões anuais. Entretanto, o repasse não é suficiente para arcar com as despesas, principalmente por conta da influência da dívida de aproximadamente R$ 200 milhões do município. Os gastos públicos do Paço de Mauá com o Nardini chegam a R$ 24 milhões por ano. O governo federal despende a fatia mais significativa, da ordem de R$ 31 milhões.

A administração mauaense formalizou pedido de acréscimo da verba proveniente do Palácio dos Bandeirantes para minimizar o problema econômico. O governo fez solicitação neste ano de R$ 20 milhões, requerimento oficializado junto ao secretário da Casa Civil do Estado, Edson Aparecido (PSDB). “Sou nascido em Mauá. O atendimento melhorou bastante na gestão Donisete, mas ainda há muito por fazer (na qualidade dos serviços) e não dá para ficar transferindo responsabilidade. É necessário fazer gestão”, concluiu Bonome.

O peemedebista sinalizou que tem a garantia do correligionário e postulante à sucessão no governo paulista, Paulo Skaf, de, se eleito, efetivar a estadualização – seria a terceira unidade regional. Para Bonome, os hospitais estaduais Mário Covas, em Santo André, e Serraria, em Diadema, comportariam outras cidades do Grande ABC. “O Mário Covas atenderia (pacientes de) Santo André e São Caetano e o Serraria ficaria com os encaminhamentos de São Bernardo e Diadema”, disse, ao acrescentar que “não dá para centralizar, porém é possível aprimorar.” 



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