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Ensino Fundamental do
ABC tem melhora no Ideb

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Avaliação do governo federal mostra avanços
em instituições municipais e estaduais da região


Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

06/09/2014 | 07:00


O Grande ABC melhorou o desempenho no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no Ensino Fundamental (1º ao 9º ano) entre 2011 e 2013. Isso é o que aponta o levantamento do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao MEC (Ministério da Educação), divulgado na tarde de ontem.

Na primeira etapa do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), quando a Educação é de responsabilidade das prefeituras, cinco cidades melhoraram as notas alcançadas em 2011 – Santo André (passou de 5,4 para 5,6), São Bernardo (5,8 para 6), São Caetano (6,4 para 6,6), Diadema (5,4 para 5,9) e Ribeirão Pires (5,9 para 6,1) –, Rio Grande da Serra manteve o índice em 5,2 e apenas Mauá teve queda, de 5 para 4,3.

Ainda no primeiro ciclo do Fundamental, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Ribeirão Pires superaram as metas traçadas pelo MEC para 2013. Apenas Mauá não atingiu a média nacional para a etapa (5,2) e Santo André, Mauá e Rio Grande da Serra não superaram a nota estadual (5,7).

Quando avaliado o segundo ciclo do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano), quatro municípios superaram os números de 2011. São eles: São Bernardo (passou de 4,3 para 4,5), São Caetano (5,2 para 5,3), Diadema (4,2 para 4,5) e Ribeirão Pires (6 para 6,2). As demais cidades mantiveram as mesmas notas de 2011 – Santo André (4,2), Mauá (4,4) e Rio Grande da Serra (4,2). Neste caso, apenas Ribeirão Pires superou a meta prevista para 2013.

Na avaliação da secretária de Educação de São Bernardo e presidente da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Ensino), Cleuza Repulho, os números refletem investimento na Educação acima dos 25% obrigatórios nos últimos anos. “Em São Bernardo, fizemos um diagnóstico em 2011 com ações pontuais por escola para garantir a equidade da rede.”

O secretário de Educação de Santo André, Gilmar Silvério, destaca que o desempenho no Ideb é consequência de enfoque na formação de cidadãos e na capacitação de professores. Segundo ele, a tendência é que os resultados avancem em 2015, tendo em vista a adesão da cidade ao Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa, que prevê que alunos estejam alfabetizados até os 8 anos.

Para a secretária de Educação de São Caetano em exercício, Janice Paulino César, um dos desafios é a manutenção e avanço dos índices para os próximos anos. Na cidade, ela destaca a implementação da Prova São Caetano e da criação de currículo unificado na Educação.

Em Ribeirão Pires, a vice-prefeita e secretária de Educação, Leonice Moura, valoriza o trabalho das equipes gestoras das unidades de ensino e ressalta a importância de se preocupar com a melhoria do salário dos professores e da infraestrutura das escolas.

Mauá informou que os números estão sendo estudados pela Secretaria de Educação. A secretária Lairce Aguiar acredita que o Programa Mais Educação, em que os alunos permanecem na escola em tempo integral, implantado neste ano, permitirá salto na avaliação em 2015.

Em Diadema, a Prefeitura destaca planejamento com reforma das escolas, ampliação da educação integral e do sistema Sesi de ensino, por exemplo.

Ensino Médio tem queda no Estado

O nível do Ensino Médio, considerado um dos principais gargalos do País, recuou em São Paulo e outras 15 redes estaduais, de acordo com os dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2013.

Goiás foi a rede com maior nota: 3,8 pontos, com melhora de 0,2 ponto em relação à edição anterior. São Paulo aparece em segundo lugar, com 3,7 pontos, mas houve piora em relação a 2011 – quando a nota foi de 3,9.

O indicador, divulgado a cada dois anos, mede a qualidade da Educação Básica no Brasil com dados de aprovação e resultados em provas de Português e Matemática. A nota vai em uma escala de zero a dez e seis é o nível considerado de países desenvolvidos, segundo o governo federal.

A Pasta destacou que no Ensino Médio o Estado manteve-se em segundo lugar no ranking (0,1 ponto atrás de Goiás). Nos três ciclos de ensino, São Paulo fica acima da média nacional (redes estaduais). (com Agências)



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Ensino Fundamental do
ABC tem melhora no Ideb

Avaliação do governo federal mostra avanços
em instituições municipais e estaduais da região

Natália Fernandjes
Do Diário do Grande ABC

06/09/2014 | 07:00


O Grande ABC melhorou o desempenho no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no Ensino Fundamental (1º ao 9º ano) entre 2011 e 2013. Isso é o que aponta o levantamento do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao MEC (Ministério da Educação), divulgado na tarde de ontem.

Na primeira etapa do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), quando a Educação é de responsabilidade das prefeituras, cinco cidades melhoraram as notas alcançadas em 2011 – Santo André (passou de 5,4 para 5,6), São Bernardo (5,8 para 6), São Caetano (6,4 para 6,6), Diadema (5,4 para 5,9) e Ribeirão Pires (5,9 para 6,1) –, Rio Grande da Serra manteve o índice em 5,2 e apenas Mauá teve queda, de 5 para 4,3.

Ainda no primeiro ciclo do Fundamental, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Ribeirão Pires superaram as metas traçadas pelo MEC para 2013. Apenas Mauá não atingiu a média nacional para a etapa (5,2) e Santo André, Mauá e Rio Grande da Serra não superaram a nota estadual (5,7).

Quando avaliado o segundo ciclo do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano), quatro municípios superaram os números de 2011. São eles: São Bernardo (passou de 4,3 para 4,5), São Caetano (5,2 para 5,3), Diadema (4,2 para 4,5) e Ribeirão Pires (6 para 6,2). As demais cidades mantiveram as mesmas notas de 2011 – Santo André (4,2), Mauá (4,4) e Rio Grande da Serra (4,2). Neste caso, apenas Ribeirão Pires superou a meta prevista para 2013.

Na avaliação da secretária de Educação de São Bernardo e presidente da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Ensino), Cleuza Repulho, os números refletem investimento na Educação acima dos 25% obrigatórios nos últimos anos. “Em São Bernardo, fizemos um diagnóstico em 2011 com ações pontuais por escola para garantir a equidade da rede.”

O secretário de Educação de Santo André, Gilmar Silvério, destaca que o desempenho no Ideb é consequência de enfoque na formação de cidadãos e na capacitação de professores. Segundo ele, a tendência é que os resultados avancem em 2015, tendo em vista a adesão da cidade ao Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa, que prevê que alunos estejam alfabetizados até os 8 anos.

Para a secretária de Educação de São Caetano em exercício, Janice Paulino César, um dos desafios é a manutenção e avanço dos índices para os próximos anos. Na cidade, ela destaca a implementação da Prova São Caetano e da criação de currículo unificado na Educação.

Em Ribeirão Pires, a vice-prefeita e secretária de Educação, Leonice Moura, valoriza o trabalho das equipes gestoras das unidades de ensino e ressalta a importância de se preocupar com a melhoria do salário dos professores e da infraestrutura das escolas.

Mauá informou que os números estão sendo estudados pela Secretaria de Educação. A secretária Lairce Aguiar acredita que o Programa Mais Educação, em que os alunos permanecem na escola em tempo integral, implantado neste ano, permitirá salto na avaliação em 2015.

Em Diadema, a Prefeitura destaca planejamento com reforma das escolas, ampliação da educação integral e do sistema Sesi de ensino, por exemplo.

Ensino Médio tem queda no Estado

O nível do Ensino Médio, considerado um dos principais gargalos do País, recuou em São Paulo e outras 15 redes estaduais, de acordo com os dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) 2013.

Goiás foi a rede com maior nota: 3,8 pontos, com melhora de 0,2 ponto em relação à edição anterior. São Paulo aparece em segundo lugar, com 3,7 pontos, mas houve piora em relação a 2011 – quando a nota foi de 3,9.

O indicador, divulgado a cada dois anos, mede a qualidade da Educação Básica no Brasil com dados de aprovação e resultados em provas de Português e Matemática. A nota vai em uma escala de zero a dez e seis é o nível considerado de países desenvolvidos, segundo o governo federal.

A Pasta destacou que no Ensino Médio o Estado manteve-se em segundo lugar no ranking (0,1 ponto atrás de Goiás). Nos três ciclos de ensino, São Paulo fica acima da média nacional (redes estaduais). (com Agências)

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