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‘País perde homem público de rara qualidade’, diz Lula

Ricardo Trida/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-presidente da República levou socialista
para o Ministério de Ciência e Tecnologia


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/08/2014 | 07:00


Em nota de pesar pela morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 2003-2010) mencionou que teve a “alegria de contar com sua inteligência e dedicação nos anos em que foi ministro de Ciência e Tecnologia”. O socialista aceitou ocupar o cargo público na Pasta federal a convite do líder petista, em 2004. “País perde homem público de rara e extraordinária qualidade”. Ele permaneceu no posto até 2006, quando se licenciou para disputar o governo de Pernambuco.

Lula e Eduardo são conterrâneos. Enquanto Caetés é a cidade natal do petista, o presidenciável nasceu em Recife, capital do Estado, de família tradicional na política e na cultura. “Ao longo de toda sua vida, ele lutou para tornar o Brasil um País mais justo e digno. O carinho, respeito e admiração mútua sempre estiveram presentes em nossa convivência”, relatou. Apesar disso, em março, o líder do PT criticou, de maneira indireta, o oposicionista ao compará-lo com ex-presidente Fernando Collor de Mello.

A presidente Dilma Rousseff (PT) fez pronunciamento oficial, em Brasília, para comentar a morte de seu concorrente na corrida eleitoral. A petista não falou sobre o momento político, de disputa no Palácio do Planalto, citando convivência na Esplanada – ela era ministra de Minas Energia, à época – e em pleitos anteriores. “Estivemos nas campanhas de 2006 e 2010 e também no meu governo. O Brasil perde jovem com futuro extremamente promissor, que poderia galgar os mais altos postos no País”, disse ela, que decretou luto de três dias.

Dilma suspendeu a agenda oficial e de campanha pelo mesmo período. A presidente lembrou que o último encontro com o ex-colega de ministério se deu no funeral do escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, que morreu no dia 23. “Mantivemos reiterada relação”, pontuou, visivelmente emocionada. Vice-presidente, Michel Temer (PMDB) desembarcou em Santos para representar o governo federal e falou em lacuna. “Ele tinha qualificações pessoais e políticas que farão falta no País.”

O candidato à Presidência pelo PSDB, senador Aécio Neves, afirmou estar “perplexo” com a tragédia do companheiro de 20 anos. “Ele era um dos maiores representantes da boa política”, comentou o tucano, também adversário no páreo. “Nutria profunda admiração. Estamos todos abalados”. Presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire foi o principal incentivador da aliança com a chapa majoritária encabeçada por Eduardo. “Com sua simpatia teria a capacidade de encantar o País.” (Colaborou Gustavo Pinchiaro) 



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