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Laércio ganha força para gestão Michels


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

16/12/2012 | 07:00


Aliados do prefeito eleito de Diadema, Lauro Michels (PV), tentam colocar o presidente da Câmara, Laércio Soares (PCdoB), no primeiro escalão do governo verde. A intenção é aproveitar o poder de articulação do comunista para costurar maioria no Legislativo.

A chefia de Gabinete - cargo responsável pelo diálogo entre Executivo e Câmara - está vaga na composição de secretariado do verde. O vereador eleito Marcos Michels (PV) havia sido designado para a função, mas o próximo chefe do Executivo optou por nomeá-lo para a Pasta de Educação.

Desde então há divergências na ala governista sobre o nome que ocupará o posto. No início, os presidentes municipais de PP, Gesiel Duarte, e PSD, Cacá Vianna, foram especulados para a área. Mas Michels optou por não mexer demais no primeiro escalão - Gesiel vai liderar a Pasta de Gestão de Pessoas, enquanto Cacá ficará como titular de Comunicação.

Laércio começou a ganhar força na última semana. Aliados de Michels consideraram a ida do comunista à gestão verde como princípio de discussão para criação de amplo bloco governista na Casa. Hoje o prefeito eleito tem apoio declarado de seis vereadores. Precisaria de ao menos 14 nomes para aprovar projetos de maior relevância.

Vereador de seis mandatos, Laércio não conquistou a reeleição. Embora tenha apoiado o prefeito Mário Reali (PT) na eleição, teve de lançar chapa própria para o pleito da Câmara, em vez de coligar-se com o PT, como ocorreu nas eleições de 2004 e 2008.

O comunista foi considerado peça-chave para a construção do arco de alianças de sustentação a Reali, que contava com 15 partidos. Tem bom trânsito com diversos dirigentes partidários e com parlamentares.

Ele foi convidado a atuar na Assembleia Legislativa, na liderança da bancada do PCdoB no Parlamento paulista. Laércio afirmou no mês passado que sua intenção era trabalhar em local onde pudesse continuar atuando politicamente em Diadema. No entanto, não tinha definido seu destino político.

Michels disse que, a princípio, não iria nomear nenhum aliado de Reali no primeiro escalão. Contudo, revelou que pode haver composição no futuro.

 

 



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