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Mulher é morta a tiros por companheiro

Manicure tomava cerveja com borracheiro quando ocorreu o desentendimento


Rafael Ribeiro
do Diário do Grande ABC

17/11/2012 | 07:00


Três tiros, dois no tórax e um no abdômen, tiraram a vida da manicure Giseli das Dores Ferreira, 30 anos, na madrugada de ontem, no Jardim Nova Conquista, em Diadema. O motivo levantado por policiais militares que atenderam a ocorrência foi suposta traição ao borracheiro Agrimaldo Silva Cerqueira, 43, com quem a vítima tinha um relacionamento, segundo vizinhos.

Por volta da 0h, Giseli e Cerqueira bebiam cerveja em bar na Avenida Fagundes de Oliveira Taveira Penha, quando após um desentendimento, ele sacou um revólver calibre 38 e fez os disparos contra ela.

A manicure chegou a ser socorrida ao pronto-socorro do Hospital Municipal da cidade, mas não resistiu aos ferimentos. Foi o 23º caso de assassinato na região em três semanas da onda de violência em toda a Grande São Paulo.

Na Vila Idealópolis, onde Giseli morava, parentes que não quiseram se identificar mostravam indignação com o crime. "Duvido muito que ela fosse capaz de trair. E mesmo que fosse, não é motivo para tirar uma vida", lamentou uma senhora.
Cerqueira é descrito como uma pessoa ciumenta. Mesmo assim, a manicure não teria intenções de romper o relacionamento, que era público. "Ela estava feliz. E ele nunca tinha tido nenhuma crise ou dado qualquer outro indício que pudesse fazer a gente imaginar que fosse matá-la."

No relato feito no 3º DP (Jardim Canhema) da cidade, onde o caso foi registrado, a dona do bar disse que não conhecia o casal. E que o borracheiro era chamado constantemente de Simão, seu apelido no bairro. A polícia só descobriu a identidade do autor do disparo porque Cerqueira deixou cair a carteira de habilitação do bolso antes de correr do local.

O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios da Seccional de Diadema. Preliminarmente, acredita-se que ele não tenha fugido da região. No depoimento, uma pessoa disse ter visto o borracheiro chorando. Outra pessoa ouvida pela polícia confirmou que viu Giseli conversando com outro homem antes de Cerqueira chegar. "Não justifica ele andar armado. Ele tinha a intenção", disse a testemunha.



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