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Desempenho de candidatos apoiados pelo Paço de Mauá vai influenciar a disputa pela presidência da Câmara

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Força política de Helcio e Paulo Eugenio será defendida por aliados na Casa


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

12/07/2014 | 07:00


 O resultado da eleição de outubro é tido como fiel da balança para definir o candidato do governo Donisete Braga (PT) na disputa pela sucessão de Paulo Suares (PT) na presidência da Câmara de Mauá. Candidatos, Paulo Eugenio Pereira Júnior (à Assembleia Legislativa) e o deputado federal Helcio Silva (à Câmara Federal) representam grupos internos no PT e o futuro de seus projetos eleitorais vai desenhar os nomes que brigarão pelo comando da Casa a partir de 2015.

Ligado a Helcio, o vereador Marcelo Oliveira sinaliza que sua candidatura à presidência se efetiva caso seu aliado não consiga a reeleição. Nessa condição, a conquista do comando da Câmara representaria manutenção da força política desta ala, que até o ano passado tinha a vice-prefeitura – Helcio renunciou ao cargo para assumir o mandato parlamentar.

Se Paulo Eugenio não se eleger deputado estadual, seu apoiador Paulo Suares apresentaria proposta para continuar por mais dois anos na presidência. Para isso, o petista teria de alterar o regimento interno, que proíbe reeleição para o comando do Legislativo. A razão da empreitada é a mesma do grupo de Helcio: manter poderio eleitoral.

Rômulo Fernandes (PT), que recentemente deixou a Pasta de Relações Institucionais para assumir como vereador (é segundo suplente da coligação PT-PSB), é o nome mais próximo de Donisete. Lançá-lo à presidência é opção em caso de vitória de Helcio e Paulo Eugenio.

A possibilidade mais conveniente ao prefeito, entretanto, poderia trazer instabilidade à Câmara. O regimento interno do Legislativo de Mauá permite que suplente seja mandatário da Casa, mas nova eleição teria de ser realizada se algum detentor de cadeira de parlamentar optar por retornar à Câmara.

Chance é real para Rogério Santana (PT), vereador eleito, mas que exerce função de secretário de Serviços Urbanos no governo Donisete. O atual chefe de Pasta nutre desejo de ser vice na chapa de reeleição do prefeito, em 2016, e ser presidente novamente da Câmara o cacifaria para a concorrência interna.

O vereador José Luiz Cassimiro (PT), que representa o grupo do ex-prefeito Oswaldo Dias (PT), corre por fora na disputa. Caso não haja entendimento internamente, ele deve se apresentar como nome consensual.

ESTRATÉGICO
Donisete quer manter o comando da Câmara nas mãos de petista por conta da importância do cargo. Desde que Helcio renunciou à vice, é o presidente do Legislativo quem assume o Executivo na ausência do prefeito. Em abril, Suares comandou a Prefeitura durante breve férias do prefeito.

No mês passado, Júnior Stella (PTdoB) assumiu a Pasta de Segurança Alimentar por indicação de seus correligionários e líderes do grupo independente – Chiquinho do Zaíra e Alberto Betão Pereira Justino. Apesar de estar amarrado com o Paço, o G-11 mantém o discurso de que lançará Edgard Grecco (Pros) à presidência. “É nosso candidato. Compromisso assumido é compromisso honrado”, declarou Chiquinho.

O bloco é composto por 11 dos 23 vereadores. Os demais estão alinhados com o governo.



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