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Metalúrgicos pedem a Berzoini apoio para
rastreabilidade de peças

Texto do decreto, que ajuda a preservar empregos, está na Casa Civil


Soraia Abreu Pedrozo

12/07/2014 | 07:08


Buscar apoio para acelerar a entrada em vigor de decreto de rastreabilidade das autopeças, que criará sistema de controle e aferição para identificar quais componentes dos veículos são, de fato, fabricados no Brasil. Esse foi um dos temas da reunião ocorrida ontem entre o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, e o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini.

O decreto, que hoje está parado na Casa Civil, é considerado fundamental para preservar empregos no setor, destacou Marques. Isso porque complementa o programa Inovar-Auto, que estabelece redução de 30 pontos percentuais do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para montadoras que cumpram etapas de produção no Brasil e adquiram peças nacionais, em vez de importar os produtos.

Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, mostram que as indústrias do Grande ABC fecharam 6.351 postos neste ano. Além disso, o dirigente assinala que há 2.300 pessoas em lay-off (suspensão temporária dos contratos) na região.

Segundo o sindicalista, há empresas do ramo que foram procuradas para cotações de encomendas por fabricantes de sistemas automotivos, mas estas últimas ainda aguardam que a legislação saia para fechar os contratos. “Não podemos perder o parque industrial de autopeças”, disse.

Marques também pediu o apoio do ministro para que saia do papel projeto de sistema de proteção ao emprego. O plano é inspirado em modelo alemão de flexibilização da legislação trabalhista, para permitir que, em momentos de crise, seja possível a redução da jornada, com a diminuição do valor pago pelas empresas aos funcionários, mas com a complementação dos salários por meio de verba do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).  



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