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'Esse foi o pior dia da minha vida', diz Felipão

Técnico assume responsabilidade pelo resultado, que classificou como ‘catastrófico’


Sérgio Vieira
Enviado a Belo Horizonte

09/07/2014 | 07:00


Oito de julho de 2014 já é considerado para o técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, o pior dia da vida dele, como definiu minutos após o fim do vexame histórico. Ainda assim, disse que é necessário olhar para a frente. “Se eu for pensar na minha carreira, entendo que esse foi o pior dia da minha vida. Mas ela continua. Vou ser lembrado pela pior derrota do Brasil na história, mas era um risco que sabia que iria assumir”, disse. “Agora tenho de assimilar e seguir em frente”, completou, sem dizer se pensa em deixar o comando da equipe.

Para Felipão, a responsabilidade pela derrota e a consequente perda da vaga à final deve ser creditada somente a ele, apesar do fraco desempenho de toda a equipe. “Quem é responsável por esse resultado? Sou eu. A culpa por esse placar catastrófico pode ser compartilhada entre todos nós, mas a pessoa que decidia as táticas era eu. Foi minha escolha.”

No entanto, ele entende que o trabalho desenvolvido no comando do time é positivo. “Nós tivemos só três derrotas em um ano. Essa sim foi dura. Mas não tenho dívida com ninguém. Fiz o meu trabalho da forma que achei melhor”, defendeu-se.

O técnico não acredita, ainda, que o resultado adverso possa significar a chance de mudanças no futebol brasileiro. “Só porque perdeu um jogo? Boa parte desse grupo vai estar na Copa de 2018 (na Rússia). Foi triste o que aconteceu, mas o caminho é esse. Não há como fugir disso.”

O técnico terminou a coletiva de imprensa com uma recado aos torcedores, que aguardavam a presença da Seleção na final de domingo, no Rio de Janeiro. “Peço desculpas ao povo brasileiro por esse desempenho.”

Temos de ser humildes, afirma Löw

Pragmático, o técnico da Alemanha, Joachim Löw, preferiu não exagerar na comemoração dos 7 a 1 sobre os donos da casa – que garantiu vaga na decisão –, e adotou discurso de cautela e respeito. “Temos de ser humildes, modestos e dar o próximo passo. Sabíamos que se jogássemos com toda nossa capacidade, teríamos condições de vencer, mas não poderíamos imaginar esse resultado”, falou o comandante alemão.

Em tom de solidariedade, disse que entendia o sentimento dos brasileiros após a derrota humilhante. “Depois que perdemos a semifinal para a Itália em 2006, sabemos como o Brasil, os jogadores, Scolari e os torcedores se sentem. Será muito difícil para o País digerir essa derrota. Aproveitamos bem as nossas chances e eles sofreram com a pressão causada pelos gols que levaram”, disse o treinador, ao afirmar que conseguia entender o que significava para o País o Mineirazo de ontem à tarde.

Sobre o adversário que enfrentará na final – e que sairá do duelo entre Argentina e Holanda, na Arena Corinthians, hoje, às 17h –, Löw frisou que a equipe está preparada para qualquer um, mas que será um confronto difícil.



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