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Pressão por renúncia faz Edimar pender por neutralidade


Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

17/10/2012 | 06:58


 

Alheio ao posicionamento da direção de seu partido, que na semana passada declarou apoio a Vanessa Damo (PMDB) no segundo turno da eleição à Prefeitura de Mauá, o vereador e ex-candidato ao Paço Edimar da Reciclagem (PSDB) ainda avalia que se manter neutro no processo é a tendência de sua ala. Ele entrou em rota de colisão com dirigentes tucanos, que o pressionaram a renunciar à candidatura na reta final do primeiro turno para aderir ao projeto do PMDB.

O parlamentar reuniu seu grupo na semana passada para tomar encaminhamento. A única certeza tirada do encontro foi rechaçar parceria com Donisete Braga (PT). Aliança com Vanessa, embora não descartada, depende de série de fatores para ser viabilizada. Ponto crucial é a abertura de eventual governo peemedebista para o bloco. Outra reunião interna, marcada para amanhã, deve selar o rumo de Edimar.

"Esta neutralidade não é 100% garantida. Podemos discutir ainda com a Vanessa. Com o Donisete não tem conversa", simplificou o ex-candidato. "Se formos apoia-la será para impor nossas ideias e discutir nosso espaço. O PSDB precisa de estrutura própria para crescer em Mauá. E este fortalecimento só virá com composição no governo", condicionou. "Buscamos o consenso com bastante transparência."

Pelos desmandos, Edimar atrelou a sua continuidade no PSDB à reformulação do diretório municipal, comandado por Márcio Canuto.

 

 



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Pressão por renúncia faz Edimar pender por neutralidade

Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

17/10/2012 | 06:58


 

Alheio ao posicionamento da direção de seu partido, que na semana passada declarou apoio a Vanessa Damo (PMDB) no segundo turno da eleição à Prefeitura de Mauá, o vereador e ex-candidato ao Paço Edimar da Reciclagem (PSDB) ainda avalia que se manter neutro no processo é a tendência de sua ala. Ele entrou em rota de colisão com dirigentes tucanos, que o pressionaram a renunciar à candidatura na reta final do primeiro turno para aderir ao projeto do PMDB.

O parlamentar reuniu seu grupo na semana passada para tomar encaminhamento. A única certeza tirada do encontro foi rechaçar parceria com Donisete Braga (PT). Aliança com Vanessa, embora não descartada, depende de série de fatores para ser viabilizada. Ponto crucial é a abertura de eventual governo peemedebista para o bloco. Outra reunião interna, marcada para amanhã, deve selar o rumo de Edimar.

"Esta neutralidade não é 100% garantida. Podemos discutir ainda com a Vanessa. Com o Donisete não tem conversa", simplificou o ex-candidato. "Se formos apoia-la será para impor nossas ideias e discutir nosso espaço. O PSDB precisa de estrutura própria para crescer em Mauá. E este fortalecimento só virá com composição no governo", condicionou. "Buscamos o consenso com bastante transparência."

Pelos desmandos, Edimar atrelou a sua continuidade no PSDB à reformulação do diretório municipal, comandado por Márcio Canuto.

 

 

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