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Visando a Assembleia, Atila propõe troca de apoios


Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

09/10/2012 | 07:07


 

Terceiro colocado na disputa pela Prefeitura de Mauá, Atila Jacomussi (PPS) dá cartada para garantir ascensão política. Com os 26.520 votos que recebeu domingo (13,35% dos válidos), se tornou a bola da vez no segundo turno protagonizado por Donisete Braga (PT) e Vanessa Damo (PMDB). E faz proposta no melhor estilo ‘elas por elas': só declarará apoio a quem retribuir em 2014, quando pretende concorrer para deputado estadual.

A barganha é simples. Tanto o petista quando a peemedebista integram o parlamento paulista. E, inevitavelmente, Mauá perderá representação na Assembleia a partir de 1º de janeiro de 2013, quando o prefeito eleito tomará posse. Atila projeta suprir a lacuna.

"Tenho a pretensão de lançar candidatura para deputado estadual em 2014. Isso pesa e será colocado na pauta" revela. O ex-prefeiturável prevê anunciar qual rumo tomará no segundo turno até amanhã. Ele ressalta que o apoio em 2014 não é a única condição. "A decisão passará também pela incorporação de algumas de nossas propostas à candidatura apoiada. Quem me quiser precisará se comprometer com isso."

Durante o primeiro turno, Atila e Donisete apresentaram proposta em comum: a construção de CEUs (Centros Educacionais Unificados), que oferecem ensino em período integral e atividades extracurriculares. Questionado se o petista levaria vantagem pelo critério adotado, o popular-socialista desconversou. "Tenho muito respeito pelo Donisete, é meu amigo de infância, mas a decisão será tomada pelo grupo."

Mesmo fora do segundo turno, Atila comemora dois recordes: continua como o vereador mais votado da história de Mauá (recebeu 8.432 votos em 2008) e a oitava eleição de seu pai, Admir Jacomussi (PRP), à Câmara. "Nosso trabalho no Legislativo vai continuar."

Ao tomar conhecimento das exigências de Atila pelo Diário, Donisete Braga disse que o então concorrente não precisa condicionar apoio a 2014. "Ele é jovem e está em partido orgânico." Vanessa Damo não retornou aos contatos da equipe do Diário.

 Ribeirão Pires, os dados da pesquisa de Saulo Benevides (PMDB) e Maria Inês Soares (PT) foram rigorosamente iguais aos do TSE. As pesquisas foram realizadas entre os dias 3 e 5 e 1.070 eleitores entrevistados em cada cidade. A margem de erro foi de três pontos percentuais.

 

Para o diretor de Redação do Diário, Sérgio Vieira, a proximidade dos números com o resultado oficial demonstra o compromisso do jornal com o leitor. "Demos importante passo ao criar instituto de pesquisa, que já no primeiro teste acertou a grande maioria dos resultados. Isso reforça a credibilidade do Diário e nos dá força para realizarmos o mesmo trabalho no segundo turno." O jornalista ainda enfatiza o sucesso da cobertura também em vídeo, por meio do DGABC TV, e a repercussão dos debates eleitorais com candidatos das sete cidades. "Fizemos história em juntar todas as mídias e dar todas as opções para que o morador do Grande ABC pudesse se informar sobre as eleições. Foi mais um acerto."

 

 



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