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Prefeitura tem mais um dia D para liberar Brunão

Orlando Filho/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

02/10/2012 | 07:00


O Santo André vai saber hoje se terá ou não a presença de seu torcedor no jogo de sábado, contra o Tupi, pela 15ª rodada do Brasileiro da Série C. Isso porque é a data limite para a Prefeitura conseguir a liberação do Estádio Bruno Daniel junto ao Ministério Público e, pela primeira vez no ano, permitir que os andreenses assistam e apoiem o time do lado de dentro da praça esportiva.

No entanto, por aquilo que se vê no estádio, é muito difícil que isso aconteça, afinal funcionários ainda trabalhavam ontem à tarde no local para sanar as infiltrações na arquibancada e ainda necessitariam fazer serviço de pintura antes da análise para serem lavrados os laudos do Corpo de Bombeiros e de segurança - que na última versão apresentada têm laudos conflitantes.

"A Prefeitura tem até amanhã (hoje) porque na quarta-feira os ingressos teriam de ser confeccionados. Se os problemas forem sanados, é possível. Vemos os funcionários trabalhando, está nos finalmentes, mas estamos sem informação nenhuma se será ou não liberado", afirmou o diretor de futebol do Ramalhão, Sérgio do Prado.

Segundo ele, o clube até poderia ter requerido na CBF (Confederação Brasileira de Futebol) a mudança do jogo para São Bernardo ou São Caetano, mas não quis. "Não temos o que fazer. Até poderíamos sair daqui, mas isso seria priorizar a torcida e prejudicar o time. Ganharia motivação, mas perderia na técnica, porque treinamos aqui, conhecemos os pontos de referência, tipo de grama...", justificou. "Neutro por neutro, preferimos jogar no Bruno Daniel."

Para não ser mal interpretado, o dirigente explicou que o torcedor ramalhino faz diferença, sobretudo do lado de dentro do estádio andreense. "Campo sem torcida é neutro, o adversário se torna mais forte. (A torcida) Deixa o jogo diferente, traz outra adrenalina à partida, põe pressão sobre o árbitro e sobre o adversário. Esperamos que pelo menos para o último jogo (contra o Duque de Caxias, dia 20), a gente possa fazer ao menos o primeiro com a presença da nossa torcida", concluiu.



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