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Quatro são presos após arrastão em restaurante

Com metralhadora, menor fez reféns em fast food


Rafael Ribeiro
do Diário do Grande ABC

28/09/2012 | 07:00


Armada com metralhadora de fabricação caseira e revólver calibre 38, uma quadrilha protagonizou arrastão na madrugada de ontem em uma lanchonete fast food no Centro de Mauá. Após a chegada da Polícia Militar, um menor de 16 anos que integrava o bando chegou a fazer duas pessoas de reféns, mas acabou apreendido junto dos outros três comparsas após se entregar.

Próximo do horário de fechamento, à 0h30, quando o local já tinha poucos clientes, o casal Wagner Kawamura Coelho, 28 anos, e Denise Polonca Martins, 20, entrou no estabelecimento e sentou-se em uma mesa, passando informações para o menor e Lucas Alves da Silva, 22, que invadiram o local armados e anunciaram o assalto.

Acionados por clientes que foram liberados pelos criminosos, os policiais militares chegaram no momento em que a ação era finalizada. Avisados pelos próprios populares , viram Denise e Coelho se render. Ele carregava o revólver na cintura e ela R$ 15 em moedas.

No instante em que levavam os dois para a viatura, os policiais perceberam Silva correndo. Na perseguição, ele acabou se ferindo ao tentar pular a grade do prédio da Prefeitura de Mauá, que fica em frente à lanchonete.

Com ele, foram encontrados munições calibre 45 para a metralhadora e R$ 1.100 em dinheiro que tinham sido roubados do caixa, além de celulares de diversos clientes.

Ao questionarem os detidos sobre a munição, os policiais descobriram que o menor ainda estava dentro da loja. Uma dona de casa de 27 anos e um motorista de 45 foram mantidos reféns e chegaram a ser agredidos com coronhadas da metralhadora, sem ferimentos graves. Após negociação, o adolescente decidiu se entregar.

Os três maiores de idade foram autuados em flagrante no 1º DP (Centro) da cidade, onde o caso foi registrado, por roubo triplamente qualificado, agravado pela formação de quadrilha, manter as vítimas em cárcere privado e fazer uso de ameaça, além de corrupção de menor de idade.

O adolescente, após ser levado ao Hospital Nardini, foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude da cidade e depois transferido para a Fundação Casa, antiga Febem, local.



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