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Espera de 3 horas para ver Caravaggio e impressionistas



08/09/2012 | 08:15


Quem aproveitou o feriadão para ver exposições de arte na capital paulista precisou de paciência. Tanto a mostra sobre Caravaggio, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), quanto a de Impressionismo no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) tiveram filas de até três horas. A exceção foi a Bienal de São Paulo, no Parque do Ibirapuera, zona sul, que abriu ontem para o público.

 

Cerca de 7,5 mil pessoas estiveram no Pavilhão da Bienal, mas o fluxo foi tranquilo entre as 9h e as 19h. "É o dia mais feliz da minha vida", disse, à tarde, o venezuelano Luis Pérez-Oramas, curador-geral do evento, que exibe cerca de 3 mil obras de 111 artistas.

 

A 30.ª Bienal tem um caráter mais silencioso e sereno, sem trabalhos "espetaculosos". "As coisas monumentais são ficções, as enormidades, tentações", afirmou Oramas. Um dos espaços mais visitados da mostra é a sala dedicada à obra de Arthur Bispo do Rosário, com 348 bordados e construções com objetos banais criadas pelo ex-marinheiro e pugilista que viveu recluso na Colônia Juliano Moreira, hospital psiquiátrico no Rio. Outro destaque foi a apresentação, às 15h, de uma banda militar de Osasco e do grupo Núcleo Batuntã, que tocaram composição do venezuelano Ali Primera e músicas populares na parte externa do prédio.

 

A única confusão do primeiro dia da Bienal foi sobre o horário de funcionamento: todas as sextas-feiras a mostra será encerrada às 22h, mas ontem o horário era especial por causa do feriado. Um pequeno grupo reclamou que não poderia entrar mais no pavilhão depois das 19h.

Lotados. Já no Masp, a situação não era tão tranquila. A fila para ver as obras de Caravaggio não durava menos do que duas horas. No CCBB, muita gente se espremia em filas. No total, a média de espera para entrar era de três horas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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