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High School fora do Brasil

Muita gente se aventura pelo mundo em busca de novas
experiências de vida, fluência e diferencial no currículo


Bruna Gonçalves
Do Diário do Grande ABC

26/08/2012 | 07:00


A experiência de vida, fluência no idioma e diferencial no currículo são os principais objetivos de quem decide fazer o Ensino Médio fora do Brasil. Mas não pense que é moleza. Tem de estar disposto a enfrentar novas situações, conviver com diferenças culturais e preencher dezenas de pré-requisitos, incluindo ter boas notas.

Os destinos mais procurados são Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Para cursar um semestre com os norte-americanos é preciso desembolsar a partir de US$ 7.800 (R$ 15,8 mil). O valor não inclui passagem e gastos pessoais.

Marina Brandão

Beatriz Rocha (foto), 16 anos, de São Bernardo, está com quase tudo pronto para embarcar quinta-feira (30) para Selkirk, pequena cidade próxima a Winnipeg, no Canadá. Ela vai cursar um semestre do 2º ano em escola pública. "O legal de lá é que todo mundo se conhece e os lugares são próximos", diz.

A viagem começou a ser organizada com quase um ano de antecedência. "É muita coisa para ver", conta Beatriz, que preparou lembranças típicas do Brasil para a família e professores. Enquanto viaja, vai escrever no blog http://seismesesdeinverno.blogspot.com.br.

Entre as providências a serem tomadas está conversar com a escola brasileira. "Pergunte se o período estudado fora será válido no retorno ao País", aconselha a gerente de High School da CI, Debora Lorenzo. Antes de ser aceito no colégio gringo, é necessário fazer teste de inglês, cuja pontuação vai determinar o destino, entregar um monte de documentos e ter paciência. "O visto de estudante deve ser tirado após a aceitação", explica a gerente de High School da STB, Renata Santana

André Henriques

CENAS DE FILME

O sinal toca e a galera troca de material nos armários ou segue para o refeitório, onde divide-se em grupos. As famosas house parties de cinema? Existem de verdade! Quem garante é Giovanni Constantino Zago (foto), 19, de São Bernardo, que estudou um ano em Nanaimo, no Canadá.

Além dos costumes, o ensino é diferente, segundo o garoto. "Achei fácil se comparar com as provas aplicadas no Brasil. Lá é possível focar na área que quer." Giovanni curtiu a experiência. "Voltei mais crítico e independente, além da melhora no idioma", diz o garoto, que embarca a trabalho em dezembro para o Colorado, Estados Unidos.



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