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Bélgica vence luta equilibrada contra os Estados Unidos e vai às quartas

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em duelo com três gols na prorrogação,
belgas triunfam por 2 a 1 e pegam a Argentina


Dérek Bittencourt
Enviado a Salvador

02/07/2014 | 07:00


Em duelo marcado pelo equilíbrio absoluto, a individualidade fez a diferença a favor da Bélgica que, com dois gols na prorrogação, conseguiu superar os Estados Unidos. Guerreiros, os norte-americanos ainda descontaram no fim e buscaram o empate com afinco, mas em vão.

O nome do jogo do lado dos belgas foi o atacante Lukaku, uma das principais estrelas da equipe que, sem condições ideais, foi a campo apenas no tempo extra para desequilibrar. Do lado dos Estados Unidos, o goleiro Tim Howard, sem dúvidas, foi o destaque do time e do jogo.

A partida de ontem bem que pode ser dividida em duas partes: tempo normal e prorrogação. Durante os 90 minutos iniciais, tanto belgas quanto estadunidenses se preocuparam muito com a parte defensiva. Os europeus buscaram mais o ataque do que os norte-americanos – tiveram 38 finalizações – e travaram grande duelo com Tim Howard, o grande responsável por levar o confronto para os tempos extras.

A aparição inicial do arqueiro ocorreu logo no primeiro minuto, em chute de Origi. Era o prenúncio do que estava por vir. De Bruyne e Origi, duas vezes cada, Mertens, Mirallas, Hazard também tentaram, mas quase todo o time belga parou no arqueiro adversário. Do outro lado, a equipe norte-americana dependia das jogadas de Dempsey.

Assim, a partida foi para a prorrogação e o técnico Marc Wilmots lançou Lukaku. Com dois minutos ele fez boa jogada pela direita e serviu De Bruyne, que se livrou da marcação e chutou no canto para, enfim, vencer Howard. Aos 14, a parceria apareceu e funcionou novamente. Desta vez De Bruyne serviu Lukaku, que soltou a bomba: 2 a 0.

Mas engana-se quem pensa que os Estados Unidos desistiram. Logo a um minuto da segunda etapa da prorrogação, Bradley enfiou por elevação para Green, que tocou no canto: 2 a 1. O gol incendiou a partida e os estadunidenses partiram com tudo ao ataque. Jones, de sola, bem que tentou, mas ficou no quase.

No fim, após cobrança de falta ensaiada, Gonzalez ainda teve grande chance, mas foi a vez de Courtois salvar a Bélgica, que terá pela frente a Argentina, sábado, às 13h, em Brasília. O confronto vale uma vaga na semifinal da Copa do Mundo.

Howard faz história, apesar da eliminação norte-americana

O goleiro Tim Howard foi eleito o melhor jogador em campo. Das 38 finalizações belgas na partida, 27 foram no gol (duas entraram) e, em 16, o arqueiro dos Estados Unidos interferiu, impedindo goleada por parte dos europeus. Apesar do desempenho, o camisa 1 lamentou a eliminação. “Nada disso (números) interessa para mim. Estou ali para fazer aquilo, é parte do meu trabalho. Dói perder e, mesmo que eu tenha feito 20 defesas, não significa mais ou menos”, disse.

Howard entrou para a história das Copas do Mundo como o goleiro que fez o maior número de defesas. Ele ultrapassou o peruano Ramón Quiroga que, há 36 anos, fez 13 defesas contra a Holanda. Foi a quarta vez neste Mundial que o melhor em campo é do time derrotado.



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