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Julio Cesar se redime após
ser taxado como culpado

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Considerado vilão na queda contra a Holanda em
2010, na África do Sul, goleiro brilha e desabafa


Dérek Bittencourt
Enviado a Belo Horizonte

29/06/2014 | 07:00


Foram necessários quatro anos para mudar seu status de vilão para herói. Considerado um dos principais culpados pela eliminação da Seleção Brasileira em 2010, ao falhar num dos gols contra a Holanda, nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul, Julio Cesar se redimiu em grande estilo ontem, no Mineirão.

Claro que o goleiro poderia ter sido ainda mais crucificado por não ter conseguido impedir o gol de empate do Chile – em chute cruzado de Sanchez, no qual ainda conseguiu tocar na bola –, mas os dois pênaltis defendidos o transformaram no ‘salvador da Pátria’.

E o camisa 12 não escondeu a emoção. Um filme passou em sua cabeça desde aquela falha no primeiro gol anotado por Sneijder em 2010, até a contestada convocação para esta Copa do Mundo. Por isso, antes das penalidades, diversos jogadores foram passar força ao goleiro, que não aguentou e foi às lágrimas. Rapidamente teve de se recompor para defender as cobranças de Pinilla e Sánchez, dando fôlego aos brasileiros.

“Quatro anos atrás, dei uma entrevista muito triste, chateado, emocionado. E hoje (ontem) estou repetindo, com felicidade. Só Deus e minha família sabem o que passei e passo até hoje, mas sei que minha história na Seleção não acabou. Faltam três degraus e espero dar outra entrevista com o Brasil em festa”, disse o goleiro.

Na coletiva, ainda com o uniforme de jogo e em êxtase por toda a situação, recebeu o prêmio de melhor em campo e desabafou. “Realmente sair de uma Copa taxado como vilão é complicado. Em quatro anos tive de ter um equilíbrio psicológico muito grande, com apoio da minha família. Mas hoje esta aí, provado. Se você tem um sonho, corra atrás, não desista nunca. Esta partida me dá força maior para o próximo jogo”, descarregou.



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Julio Cesar se redime após
ser taxado como culpado

Considerado vilão na queda contra a Holanda em
2010, na África do Sul, goleiro brilha e desabafa

Dérek Bittencourt
Enviado a Belo Horizonte

29/06/2014 | 07:00


Foram necessários quatro anos para mudar seu status de vilão para herói. Considerado um dos principais culpados pela eliminação da Seleção Brasileira em 2010, ao falhar num dos gols contra a Holanda, nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul, Julio Cesar se redimiu em grande estilo ontem, no Mineirão.

Claro que o goleiro poderia ter sido ainda mais crucificado por não ter conseguido impedir o gol de empate do Chile – em chute cruzado de Sanchez, no qual ainda conseguiu tocar na bola –, mas os dois pênaltis defendidos o transformaram no ‘salvador da Pátria’.

E o camisa 12 não escondeu a emoção. Um filme passou em sua cabeça desde aquela falha no primeiro gol anotado por Sneijder em 2010, até a contestada convocação para esta Copa do Mundo. Por isso, antes das penalidades, diversos jogadores foram passar força ao goleiro, que não aguentou e foi às lágrimas. Rapidamente teve de se recompor para defender as cobranças de Pinilla e Sánchez, dando fôlego aos brasileiros.

“Quatro anos atrás, dei uma entrevista muito triste, chateado, emocionado. E hoje (ontem) estou repetindo, com felicidade. Só Deus e minha família sabem o que passei e passo até hoje, mas sei que minha história na Seleção não acabou. Faltam três degraus e espero dar outra entrevista com o Brasil em festa”, disse o goleiro.

Na coletiva, ainda com o uniforme de jogo e em êxtase por toda a situação, recebeu o prêmio de melhor em campo e desabafou. “Realmente sair de uma Copa taxado como vilão é complicado. Em quatro anos tive de ter um equilíbrio psicológico muito grande, com apoio da minha família. Mas hoje esta aí, provado. Se você tem um sonho, corra atrás, não desista nunca. Esta partida me dá força maior para o próximo jogo”, descarregou.

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