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Felipão relembra previsão sobre Chile

Técnico havia dito que não gostaria de pegar a equipe por causa da sua qualidade, comprovada ontem


Dérek Bittencourt
Enviado a Belo Horizonte

29/06/2014 | 07:00


Quando Luiz Felipe Scolari disse, em dezembro, que o único adversário que não gostaria de enfrentar era o Chile, foi considerado precipitado por muitos. Ontem, no entanto, os chilenos demonstraram sua capacidade e deram trabalho para a Seleção Brasileira. Após a partida, durante a coletiva de imprensa, o treinador recordou a previsão e reiterou a opinião sobre o rival.

“Como a gente esperava e como havia manifestado sete meses atrás, quando soubemos do sorteio e que teríamos possível confronto com a classificação do Chile, a dificuldade foi muito grande. É um time que joga organizado, tem bom sistema tático e foi muito equilibrado em posse, chutes a gol, chances de gol. Tão equilibrado que foi para os pênaltis. Vitória nossa que não desmerece o Chile, mas que valoriza nossa busca pela classificação”, destacou.

O treinador ainda admitiu que a Seleção vem atuando com carga de responsabilidade muito grande neste Mundial. “Não é fácil jogar uma Copa do Mundo em casa. Assumimos a dificuldade de ser campeões, passamos isso aos jogadores e o povo comprou a ideia. Quando fazemos uma promessa temos de ir até o fundo para cumprir. Existe uma tensão, uma dificuldade, uma apreensão, mas vamos superando com trabalho e vitórias. Este é o quarto degrau, faltam três para alcançarmos o céu”, afirmou.

JULIO CESAR

Questionado sobre as críticas recebidas quando cravou o goleiro como primeiro convocado para o Mundial, Felipão foi direto. “Eu sou criticado por convocar o Julio Cesar ou qualquer outro que não gostam. É a função do técnico e faço com meu pensamento, minha ideia do que é o mais certo. Não tenho nenhuma resposta para dar, não preciso, assim como o Julio também não, porque tem a confiança de seu técnico”, disse.

Jorge Sampaoli fala em dor e tristeza

O técnico Jorge Sampaoli transmitiu na entrevista coletiva após o duelo contra os brasileiros toda a tristeza da eliminação chilena da Copa do Mundo. O comandante da Roja destacou a luta e a força de vontade de sua equipe, que acreditou poder protagonizar um Mineirazzo ontem, em Belo Horizonte. Mas a chance do Chile literalmente bateu na trave.

"A sensação é de dor com a bola batendo no travessão. Achamos que faríamos história, um Mineirazzo”, disse Sampaoli. “Estamos tristes. Jogar com os donos da casa, 120 minutos contra um dos candidatos ao título e perder da forma como perdemos é difícil para nós, porque estávamos convencidos de que poderíamos passar às quartas. Os jogadores fizeram o máximo possível e não me conformo em sair da Copa desta forma”, continuou.

O treinador ainda tratou de elogiar o brio com que sua equipe lutou até o fim para buscar a classificação, superando lesões e outros problemas. “A sensação é de orgulho pelos jogadores que estou dirigindo e pelo povo chileno. Acho que, numa análise que será feita, o que me vem a mente agora é o esforço que os jogadores fizeram contra o time local e jogar de igual para igual por 120 minutos”, disse. “Tivemos o Vidal jogando com 40% das condições, o Aránguiz mesmo com cãibras correndo até o fim. Não fosse este último chute, seria uma tarde diferente”, encerrou o treinador chileno.

Sampaoli não falou se continua ou não no comando da seleção do Chile.



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Felipão relembra previsão sobre Chile

Técnico havia dito que não gostaria de pegar a equipe por causa da sua qualidade, comprovada ontem

Dérek Bittencourt
Enviado a Belo Horizonte

29/06/2014 | 07:00


Quando Luiz Felipe Scolari disse, em dezembro, que o único adversário que não gostaria de enfrentar era o Chile, foi considerado precipitado por muitos. Ontem, no entanto, os chilenos demonstraram sua capacidade e deram trabalho para a Seleção Brasileira. Após a partida, durante a coletiva de imprensa, o treinador recordou a previsão e reiterou a opinião sobre o rival.

“Como a gente esperava e como havia manifestado sete meses atrás, quando soubemos do sorteio e que teríamos possível confronto com a classificação do Chile, a dificuldade foi muito grande. É um time que joga organizado, tem bom sistema tático e foi muito equilibrado em posse, chutes a gol, chances de gol. Tão equilibrado que foi para os pênaltis. Vitória nossa que não desmerece o Chile, mas que valoriza nossa busca pela classificação”, destacou.

O treinador ainda admitiu que a Seleção vem atuando com carga de responsabilidade muito grande neste Mundial. “Não é fácil jogar uma Copa do Mundo em casa. Assumimos a dificuldade de ser campeões, passamos isso aos jogadores e o povo comprou a ideia. Quando fazemos uma promessa temos de ir até o fundo para cumprir. Existe uma tensão, uma dificuldade, uma apreensão, mas vamos superando com trabalho e vitórias. Este é o quarto degrau, faltam três para alcançarmos o céu”, afirmou.

JULIO CESAR

Questionado sobre as críticas recebidas quando cravou o goleiro como primeiro convocado para o Mundial, Felipão foi direto. “Eu sou criticado por convocar o Julio Cesar ou qualquer outro que não gostam. É a função do técnico e faço com meu pensamento, minha ideia do que é o mais certo. Não tenho nenhuma resposta para dar, não preciso, assim como o Julio também não, porque tem a confiança de seu técnico”, disse.

Jorge Sampaoli fala em dor e tristeza

O técnico Jorge Sampaoli transmitiu na entrevista coletiva após o duelo contra os brasileiros toda a tristeza da eliminação chilena da Copa do Mundo. O comandante da Roja destacou a luta e a força de vontade de sua equipe, que acreditou poder protagonizar um Mineirazzo ontem, em Belo Horizonte. Mas a chance do Chile literalmente bateu na trave.

"A sensação é de dor com a bola batendo no travessão. Achamos que faríamos história, um Mineirazzo”, disse Sampaoli. “Estamos tristes. Jogar com os donos da casa, 120 minutos contra um dos candidatos ao título e perder da forma como perdemos é difícil para nós, porque estávamos convencidos de que poderíamos passar às quartas. Os jogadores fizeram o máximo possível e não me conformo em sair da Copa desta forma”, continuou.

O treinador ainda tratou de elogiar o brio com que sua equipe lutou até o fim para buscar a classificação, superando lesões e outros problemas. “A sensação é de orgulho pelos jogadores que estou dirigindo e pelo povo chileno. Acho que, numa análise que será feita, o que me vem a mente agora é o esforço que os jogadores fizeram contra o time local e jogar de igual para igual por 120 minutos”, disse. “Tivemos o Vidal jogando com 40% das condições, o Aránguiz mesmo com cãibras correndo até o fim. Não fosse este último chute, seria uma tarde diferente”, encerrou o treinador chileno.

Sampaoli não falou se continua ou não no comando da seleção do Chile.

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