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Brasil bate Chile nos
pênaltis e vai às quartas

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Julio Cesar defende duas cobranças, traves salvam e
Seleção encara Colômbia na próxima fase, na sexta


Dérek Bittencourt
Enviado a Belo Horizonte

29/06/2014 | 07:00


Foi da forma como o técnico Luiz Felipe Scolari previu. Mas também de uma maneira que deixou toda a torcida verde e amarela apreensiva. A Seleção Brasileira precisou mais do que 120 minutos para se classificar para as quartas de final da Copa do Mundo. Necessitou também de sorte e, mais precisamente, do travessão e da trave para eliminar o Chile e seguir adiante no Mundial em casa. Após o empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a vitória por 3 a 2 nos pênaltis veio quando Jara, o quinto cobrador rival, acertou o poste direito de Julio Cesar, para explosão de festa no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Agora, Neymar e companhia se preparam para outra parada dura frente a um time da América do Sul, afinal terão pela frente a Colômbia, sexta-feira (17h), na Arena Castelão, em Fortaleza.

JOGO

Por aquilo que se desenhou no início da partida, parecia que o Brasil logo construiria um placar favorável, repetindo os tranquilos triunfos sobre os chilenos pelas oitavas em 1998 e 2010. Isso porque, logo aos 17 minutos, a Seleção abriu o placar. Neymar cobrou escanteio pela esquerda, Thiago Silva desviou para trás e David Luiz apareceu nas costas da zaga para empurrar à rede – 1 a 0.

No entanto, o Chile mostrou o motivo pelo qual eliminara a Espanha na fase de grupos. Aos 31, Hulk deu passe fraco a Marcelo, Vargas se antecipou e tocou para Sánchez chutar cruzado, rasteiro, no canto – 1 a 1.

A partida poderia ter voltado ao comando verde e amarelo, mas a cabeçada de Neymar desviou na zaga e Daniel Alves parou em Bravo.

Veio a segunda etapa e o Brasil até conseguiu balançar a rede, com Hulk, mas a arbitragem invalidou assinalando domínio com o braço. O Chile respondeu em chegada de Aranguiz, na qual Julio Cesar realizou defesa espetacular.

A partir daí, os times mais pareciam se preocupar em não perder do que ganhar. Assim, o jogo ganhou ingredientes dramáticos. O empate perdurou e veio, então, a prorrogação. Hulk bem que tentou resolver em chutes de longa distância, mas Bravo impediu.

Mas, o momento que calou o Mineirão veio no fim da segunda etapa extra, quando Pinilla arriscou da entrada da área e acertou o travessão. Assim, o confronto foi para a disputa de pênaltis.

Aí brilhou a estrela de Julio Cesar, com mais uma grande ajuda da trave. O goleiro defendeu as cobranças de Pinilla e Sánchez – viu Willian chutar para fora e Hulk ter a cobrança defendida por Bravo –, mas o poste parou Jara, para festa verde e amarela na capital mineira.



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Brasil bate Chile nos
pênaltis e vai às quartas

Julio Cesar defende duas cobranças, traves salvam e
Seleção encara Colômbia na próxima fase, na sexta

Dérek Bittencourt
Enviado a Belo Horizonte

29/06/2014 | 07:00


Foi da forma como o técnico Luiz Felipe Scolari previu. Mas também de uma maneira que deixou toda a torcida verde e amarela apreensiva. A Seleção Brasileira precisou mais do que 120 minutos para se classificar para as quartas de final da Copa do Mundo. Necessitou também de sorte e, mais precisamente, do travessão e da trave para eliminar o Chile e seguir adiante no Mundial em casa. Após o empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a vitória por 3 a 2 nos pênaltis veio quando Jara, o quinto cobrador rival, acertou o poste direito de Julio Cesar, para explosão de festa no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Agora, Neymar e companhia se preparam para outra parada dura frente a um time da América do Sul, afinal terão pela frente a Colômbia, sexta-feira (17h), na Arena Castelão, em Fortaleza.

JOGO

Por aquilo que se desenhou no início da partida, parecia que o Brasil logo construiria um placar favorável, repetindo os tranquilos triunfos sobre os chilenos pelas oitavas em 1998 e 2010. Isso porque, logo aos 17 minutos, a Seleção abriu o placar. Neymar cobrou escanteio pela esquerda, Thiago Silva desviou para trás e David Luiz apareceu nas costas da zaga para empurrar à rede – 1 a 0.

No entanto, o Chile mostrou o motivo pelo qual eliminara a Espanha na fase de grupos. Aos 31, Hulk deu passe fraco a Marcelo, Vargas se antecipou e tocou para Sánchez chutar cruzado, rasteiro, no canto – 1 a 1.

A partida poderia ter voltado ao comando verde e amarelo, mas a cabeçada de Neymar desviou na zaga e Daniel Alves parou em Bravo.

Veio a segunda etapa e o Brasil até conseguiu balançar a rede, com Hulk, mas a arbitragem invalidou assinalando domínio com o braço. O Chile respondeu em chegada de Aranguiz, na qual Julio Cesar realizou defesa espetacular.

A partir daí, os times mais pareciam se preocupar em não perder do que ganhar. Assim, o jogo ganhou ingredientes dramáticos. O empate perdurou e veio, então, a prorrogação. Hulk bem que tentou resolver em chutes de longa distância, mas Bravo impediu.

Mas, o momento que calou o Mineirão veio no fim da segunda etapa extra, quando Pinilla arriscou da entrada da área e acertou o travessão. Assim, o confronto foi para a disputa de pênaltis.

Aí brilhou a estrela de Julio Cesar, com mais uma grande ajuda da trave. O goleiro defendeu as cobranças de Pinilla e Sánchez – viu Willian chutar para fora e Hulk ter a cobrança defendida por Bravo –, mas o poste parou Jara, para festa verde e amarela na capital mineira.

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