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Torcedores sofrem e gritam
em cinema de S.Bernardo

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Público buscou diferencial na telona e encontrou um
pouco mais, com muita vibração e energia no escuro


Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

29/06/2014 | 07:00


“Quase morri do coração.” Essa foi a frase mais falada em voz alta dentro da sala seis do cinema Cinépolis, no São Bernardo Plaza Shopping, ontem, na vitória da Seleção Brasileira, por pênaltis, contra o Chile. Não é por menos, pois os cerca de 80 torcedores aproveitaram o escurinho para soltar suas emoções gritando e pulando.

Os fãs da grande tela e da bola buscaram o conforto das poltronas, ar condicionado e a qualidade de imagem e som que a sala oferece. “É um diferencial. Tem tudo a ver com as novas tecnologias acompanhar um jogo da Copa do Mundo em um cinema. Assisti às outras três partidas aqui”, explicou o comerciante e morador de São Caetano Renato Generoso, 44 anos.

O perfil do público estava bem dividido. Famílias, casais, grupos de amigos e solitários. Técnico de radiologia e residente em São Bernardo, Eberton Carvalho Gonçalves, 34, preferiu conferir sozinho a Seleção contra a equipe do Chile na telona. “É algo bem diferente. Fiquei sabendo pelo Facebook e resolvi assistir aqui.” 

O clima dentro da sala, que teve transmissão ao vivo do jogo, começou ameno. No primeiro gol da Seleção, a comemoração foi tímida, com a maioria do público gritando sentada. Mas o nervosismo tomou conta no segundo tempo, como também ocorreu com a Seleção, e a reação foi de críticas e vaias como se todos ali estivessem em um estádio.

A pipoca, item que quase todos os presentes fizeram questão de comer durante o jogo, estava no fim, ou já acabado nos baldes. Foi quando começaram os primeiros 15 minutos de prorrogação. A torcida cinéfila começou a se soltar. Todos os lances do ataque brasileiro eram motivo para pulos da cadeira, berros de decepção pela equipe de Luiz Felipe Scolari não ter finalizado e desespero quando a bola caía nos pés dos chilenos.

A estudante Maira Mainardi, 21, de São Bernardo, disse que ficou surpreendida com a energia que sentiu no cinema. “O pessoal estava agitado. Aí você acaba se empolgando bastante com a torcida e também grita e comemora”, relatou. Ela tinha a expectativa de que seria um ambiente em que as pessoas ficariam mais tímidas, mas gostou da vibração. “Vim com os meus pais e com os meus avós. Eles estão mais emocionados do que eu, torcendo muito.”

Sem gols na prorrogação, os times disputaram nos pênaltis a vaga para as quartas de final. E para atender às expectativas do empresário sãobernardense Sérgio Checa, 41, o goleiro Julio Cesar defendeu duas cobranças do Chile, contribuindo com a vitória do Brasil. Por um desentendimento entre a administração da Cinépolis e do shopping, que fechou as portas às 12h, Checa foi um dos torcedores que tinham adquirido o ingresso para a partida no cinema antecipadamente e ficaram barrados na porta do centro de compras por chegar minutos depois desse horário. 



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Torcedores sofrem e gritam
em cinema de S.Bernardo

Público buscou diferencial na telona e encontrou um
pouco mais, com muita vibração e energia no escuro

Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC

29/06/2014 | 07:00


“Quase morri do coração.” Essa foi a frase mais falada em voz alta dentro da sala seis do cinema Cinépolis, no São Bernardo Plaza Shopping, ontem, na vitória da Seleção Brasileira, por pênaltis, contra o Chile. Não é por menos, pois os cerca de 80 torcedores aproveitaram o escurinho para soltar suas emoções gritando e pulando.

Os fãs da grande tela e da bola buscaram o conforto das poltronas, ar condicionado e a qualidade de imagem e som que a sala oferece. “É um diferencial. Tem tudo a ver com as novas tecnologias acompanhar um jogo da Copa do Mundo em um cinema. Assisti às outras três partidas aqui”, explicou o comerciante e morador de São Caetano Renato Generoso, 44 anos.

O perfil do público estava bem dividido. Famílias, casais, grupos de amigos e solitários. Técnico de radiologia e residente em São Bernardo, Eberton Carvalho Gonçalves, 34, preferiu conferir sozinho a Seleção contra a equipe do Chile na telona. “É algo bem diferente. Fiquei sabendo pelo Facebook e resolvi assistir aqui.” 

O clima dentro da sala, que teve transmissão ao vivo do jogo, começou ameno. No primeiro gol da Seleção, a comemoração foi tímida, com a maioria do público gritando sentada. Mas o nervosismo tomou conta no segundo tempo, como também ocorreu com a Seleção, e a reação foi de críticas e vaias como se todos ali estivessem em um estádio.

A pipoca, item que quase todos os presentes fizeram questão de comer durante o jogo, estava no fim, ou já acabado nos baldes. Foi quando começaram os primeiros 15 minutos de prorrogação. A torcida cinéfila começou a se soltar. Todos os lances do ataque brasileiro eram motivo para pulos da cadeira, berros de decepção pela equipe de Luiz Felipe Scolari não ter finalizado e desespero quando a bola caía nos pés dos chilenos.

A estudante Maira Mainardi, 21, de São Bernardo, disse que ficou surpreendida com a energia que sentiu no cinema. “O pessoal estava agitado. Aí você acaba se empolgando bastante com a torcida e também grita e comemora”, relatou. Ela tinha a expectativa de que seria um ambiente em que as pessoas ficariam mais tímidas, mas gostou da vibração. “Vim com os meus pais e com os meus avós. Eles estão mais emocionados do que eu, torcendo muito.”

Sem gols na prorrogação, os times disputaram nos pênaltis a vaga para as quartas de final. E para atender às expectativas do empresário sãobernardense Sérgio Checa, 41, o goleiro Julio Cesar defendeu duas cobranças do Chile, contribuindo com a vitória do Brasil. Por um desentendimento entre a administração da Cinépolis e do shopping, que fechou as portas às 12h, Checa foi um dos torcedores que tinham adquirido o ingresso para a partida no cinema antecipadamente e ficaram barrados na porta do centro de compras por chegar minutos depois desse horário. 

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