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Funcionários do Samu falam na CPI da Saúde de Diadema

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Comissão colhe depoimento de servidores sobre rotina no atendimento de urgência


Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

10/06/2014 | 07:00


Dois funcionários do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) prestaram depoimento ontem na CPI da Saúde em Diadema.

Durante três horas, a coordenadora do Samu, Simone Ogoshi, e o médico socorrista Paulo Cesar Massuki Hori foram questionados pelos parlamentares que compõem o bloco. Foram os primeiros depoimentos de profissionais do setor desde que a comissão começou a atuar, no mês passado.

Os servidores comentaram sobre o trabalho no serviço de urgência, a estrutura de trabalho e as necessidades e dificuldades encontradas para atuar no município.

“A reunião foi proveitosa, porque com essas informações vamos aprofundando nosso trabalho e conseguindo novos elementos para questionar a Prefeitura”, disse o presidente da CPI, Josa Queiroz (PT).

O líder do governo, José Dourado (PSDB), que integra o grupo de trabalho, se mostrou satisfeito com aquilo que ouviu dos profissionais. “Eles fizeram boas colocações sobre todos as perguntas que foram realizadas”, pontuou o tucano.

SAÍDA DE MÉDICOS
Principal alvo de críticas à Pasta de Saúde, chefiada pelo ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos (PSDB), a saída de 87 médicos da rede municipal desde o começo de 2013 continua sendo averiguada pela CPI.

Ontem, a Prefeitura encaminhou o relatório solicitado pela comissão de apuração, sobre a saída dos profissionais e quais medidas foram tomadas para substituir os clínicos. “Ainda não tivemos tempo de ver o material, mas vamos avaliá-lo”, afiançou Josa.

Na semana que vem, funcionários do Hospital Municipal devem ser convocados a prestar depoimento.



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Funcionários do Samu falam na CPI da Saúde de Diadema

Comissão colhe depoimento de servidores sobre rotina no atendimento de urgência

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

10/06/2014 | 07:00


Dois funcionários do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) prestaram depoimento ontem na CPI da Saúde em Diadema.

Durante três horas, a coordenadora do Samu, Simone Ogoshi, e o médico socorrista Paulo Cesar Massuki Hori foram questionados pelos parlamentares que compõem o bloco. Foram os primeiros depoimentos de profissionais do setor desde que a comissão começou a atuar, no mês passado.

Os servidores comentaram sobre o trabalho no serviço de urgência, a estrutura de trabalho e as necessidades e dificuldades encontradas para atuar no município.

“A reunião foi proveitosa, porque com essas informações vamos aprofundando nosso trabalho e conseguindo novos elementos para questionar a Prefeitura”, disse o presidente da CPI, Josa Queiroz (PT).

O líder do governo, José Dourado (PSDB), que integra o grupo de trabalho, se mostrou satisfeito com aquilo que ouviu dos profissionais. “Eles fizeram boas colocações sobre todos as perguntas que foram realizadas”, pontuou o tucano.

SAÍDA DE MÉDICOS
Principal alvo de críticas à Pasta de Saúde, chefiada pelo ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos (PSDB), a saída de 87 médicos da rede municipal desde o começo de 2013 continua sendo averiguada pela CPI.

Ontem, a Prefeitura encaminhou o relatório solicitado pela comissão de apuração, sobre a saída dos profissionais e quais medidas foram tomadas para substituir os clínicos. “Ainda não tivemos tempo de ver o material, mas vamos avaliá-lo”, afiançou Josa.

Na semana que vem, funcionários do Hospital Municipal devem ser convocados a prestar depoimento.

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