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Convenções iniciam Eleição 2014

Partidos começam dia 10 atividades eleitorais para ratificar candidatos a presidente, governador, senador e deputados federal e estadual


Júnior Carvalho e Rogério Santos

07/06/2014 | 07:00


As candidaturas a presidente da República, governador, senador e deputados federal, estadual e distrital começam a sair do papel a partir de quinta-feira. Pelo calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os partidos têm entre 10 e 30 deste mês para realizar as convenções e ratificar os nomes para a eleição de outubro.


A quatro meses da votação, o Grande ABC registra ao menos 55 pré-candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa (veja arte ao lado). Se o atual cenário se concretizar, 22 tentarão cadeira em Brasília, enquanto 31 buscarão assento no Parlamento paulista. O número, no entanto, pode aumentar ou diminuir, já que as legendas estão em fase de definição dos representantes nas urnas.


Em 2010, a região tinha 76 pré-candidatos um mês antes do início das campanhas, em julho. Mas, 168 nomes estavam inscritos nas urnas eletrônicas.


Dentre os postulantes, Helcio Silva, Vanderlei Siraque, e Vicentinho (todos do PT), almejam reeleição na Câmara Federal. Já Ana do Carmo (PT), Orlando Morando (PSDB), José Bittencourt (PSD) e Vanessa Damo (PMDB) querem continuar na Assembleia Legislativa. Dos eleitos com mandato vigente, o deputado estadual Alex Manente (PPS) tentará vaga de federal.


Embora as convenções sejam consideradas o início do período eleitoral, grande parte dos partidos baterá o martelo nas candidaturas mesmo sem ter homologado alianças com outras siglas, o que poderá dizimar alguns nomes até a conclusão do processo.


Pela regra eleitoral, os partidos têm até 5 de julho para apresentar o registro dos seus representantes no pleito. Até lá, as conversas para composição das chapas serão intensificadas. O PSB, por exemplo, tenta consolidar o deputado federal Márcio França como vice do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que buscará a reeleição.
Definidas as candidaturas, a disputa eleitoral começa de fato. A partir de 6 de julho está permitida a propaganda eleitoral, por meio de carros de som e entrega de material. Os postulantes também podem realizar comícios e divulgar suas candidaturas na internet.


A distribuição de material de campanha pode ser efetuada até 4 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Entretanto, é vedada a distribuição de brindes, como bonés e camisetas.


Em 6 de outubro, já é permitida a propaganda partidária nas cidades em que for realizado segundo turno. A segunda fase do pleito será no dia 26 do mesmo mês.


O TSE aumentou a rigidez em relação aos nomes que buscam pleitear cargos públicos. A prestação de contas de todos os candidatos é obrigatória. O descumprimento da norma pode resultar na cassação do registro de candidatura.

EVOLUÇÃO
Desde que a urna eletrônica passou a ser utilizada, a apuração dos votos e o resultado da eleição passaram a ser divulgados com mais rapidez. Até a metade década de 1990, o voto de papel ainda era depositado em urnas, situação que atrasava a contagem dos votos e aumentava a iminência de votos irregulares. 



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Convenções iniciam Eleição 2014

Partidos começam dia 10 atividades eleitorais para ratificar candidatos a presidente, governador, senador e deputados federal e estadual

Júnior Carvalho e Rogério Santos

07/06/2014 | 07:00


As candidaturas a presidente da República, governador, senador e deputados federal, estadual e distrital começam a sair do papel a partir de quinta-feira. Pelo calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os partidos têm entre 10 e 30 deste mês para realizar as convenções e ratificar os nomes para a eleição de outubro.


A quatro meses da votação, o Grande ABC registra ao menos 55 pré-candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa (veja arte ao lado). Se o atual cenário se concretizar, 22 tentarão cadeira em Brasília, enquanto 31 buscarão assento no Parlamento paulista. O número, no entanto, pode aumentar ou diminuir, já que as legendas estão em fase de definição dos representantes nas urnas.


Em 2010, a região tinha 76 pré-candidatos um mês antes do início das campanhas, em julho. Mas, 168 nomes estavam inscritos nas urnas eletrônicas.


Dentre os postulantes, Helcio Silva, Vanderlei Siraque, e Vicentinho (todos do PT), almejam reeleição na Câmara Federal. Já Ana do Carmo (PT), Orlando Morando (PSDB), José Bittencourt (PSD) e Vanessa Damo (PMDB) querem continuar na Assembleia Legislativa. Dos eleitos com mandato vigente, o deputado estadual Alex Manente (PPS) tentará vaga de federal.


Embora as convenções sejam consideradas o início do período eleitoral, grande parte dos partidos baterá o martelo nas candidaturas mesmo sem ter homologado alianças com outras siglas, o que poderá dizimar alguns nomes até a conclusão do processo.


Pela regra eleitoral, os partidos têm até 5 de julho para apresentar o registro dos seus representantes no pleito. Até lá, as conversas para composição das chapas serão intensificadas. O PSB, por exemplo, tenta consolidar o deputado federal Márcio França como vice do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que buscará a reeleição.
Definidas as candidaturas, a disputa eleitoral começa de fato. A partir de 6 de julho está permitida a propaganda eleitoral, por meio de carros de som e entrega de material. Os postulantes também podem realizar comícios e divulgar suas candidaturas na internet.


A distribuição de material de campanha pode ser efetuada até 4 de outubro, um dia antes do primeiro turno. Entretanto, é vedada a distribuição de brindes, como bonés e camisetas.


Em 6 de outubro, já é permitida a propaganda partidária nas cidades em que for realizado segundo turno. A segunda fase do pleito será no dia 26 do mesmo mês.


O TSE aumentou a rigidez em relação aos nomes que buscam pleitear cargos públicos. A prestação de contas de todos os candidatos é obrigatória. O descumprimento da norma pode resultar na cassação do registro de candidatura.

EVOLUÇÃO
Desde que a urna eletrônica passou a ser utilizada, a apuração dos votos e o resultado da eleição passaram a ser divulgados com mais rapidez. Até a metade década de 1990, o voto de papel ainda era depositado em urnas, situação que atrasava a contagem dos votos e aumentava a iminência de votos irregulares. 

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