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Sustentabilidade
e arte nas janelas

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Andreenses participam de projeto inusitado e
premiado do Grupo Esparrama no Minhocão


Luís Felipe Soares

31/05/2014 | 07:00


Quando a movimentação cotidiana das vias do Minhocão, em São Paulo, é interrompida aos domingos, os integrantes do Grupo Esparrama se agitam. Eles brincam com as velhas reclamações de barulho e poluição do local no espetáculo Esparrama Pela Janela, cujas ações são apresentadas em um apartamento naquela região. A performance nada convencional acaba de render ao projeto o Prêmio Crystal Eco de Sustentabilidade dentro da tradicional premiação Femsa de Teatro Infantil e Jovem deste ano (veja a lista completa dos vencedores abaixo).

“Sempre tivemos muito forte em mente a questão da interferência na cidade. Essa lembrança de sustentabilidade reforça nossa pesquisa de transformar esse lugar, de dar outro sentido para o Minhocão. É um projeto que tenta revitalizar o que existe e tem uma fama ruim dentro da cidade”, explica a atriz andreense Ligia Campos. “Quem é do Grande ABC geralmente tem uma relação de passagem por ali, de ficar no meio do trânsito. Agora, eu e o Kleber (Brianez, ator que também é de Santo André) temos a oportunidade de ver tudo isso de um outro ângulo.”

Ao lado do ator Rani Guerra e do diretor Iarlei Rangel (vencedor do evento do Femsa como revelação), o casal apresenta peça sobre um morador cansado de problemas. É ao abrir a janela que ele se depara com diversos personagens, entre eles uma princesa, um esportista e duas velhas fofoqueiras. A próxima sessão ocorre amanhã, a partir das 16h – se não houver chuva – e uma terceira temporada está sendo agendada para o segundo semestre.

Segundo Ligia, foi difícil elaborar o espetáculo. “Não é teatro de rua nem de palco. Levou tempo para compreendermos tudo, incluindo a dinâmica de figurinos, adereços de cena, os gestos mais dilatados e o trabalho de voz. O público tem que ver a peça quase que em tamanho natural mesmo estando a mais de seis metros de distância”, diz a atriz, ressaltando o renascimento do Minhocão também como espaço artístico. 



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Sustentabilidade
e arte nas janelas

Andreenses participam de projeto inusitado e
premiado do Grupo Esparrama no Minhocão

Luís Felipe Soares

31/05/2014 | 07:00


Quando a movimentação cotidiana das vias do Minhocão, em São Paulo, é interrompida aos domingos, os integrantes do Grupo Esparrama se agitam. Eles brincam com as velhas reclamações de barulho e poluição do local no espetáculo Esparrama Pela Janela, cujas ações são apresentadas em um apartamento naquela região. A performance nada convencional acaba de render ao projeto o Prêmio Crystal Eco de Sustentabilidade dentro da tradicional premiação Femsa de Teatro Infantil e Jovem deste ano (veja a lista completa dos vencedores abaixo).

“Sempre tivemos muito forte em mente a questão da interferência na cidade. Essa lembrança de sustentabilidade reforça nossa pesquisa de transformar esse lugar, de dar outro sentido para o Minhocão. É um projeto que tenta revitalizar o que existe e tem uma fama ruim dentro da cidade”, explica a atriz andreense Ligia Campos. “Quem é do Grande ABC geralmente tem uma relação de passagem por ali, de ficar no meio do trânsito. Agora, eu e o Kleber (Brianez, ator que também é de Santo André) temos a oportunidade de ver tudo isso de um outro ângulo.”

Ao lado do ator Rani Guerra e do diretor Iarlei Rangel (vencedor do evento do Femsa como revelação), o casal apresenta peça sobre um morador cansado de problemas. É ao abrir a janela que ele se depara com diversos personagens, entre eles uma princesa, um esportista e duas velhas fofoqueiras. A próxima sessão ocorre amanhã, a partir das 16h – se não houver chuva – e uma terceira temporada está sendo agendada para o segundo semestre.

Segundo Ligia, foi difícil elaborar o espetáculo. “Não é teatro de rua nem de palco. Levou tempo para compreendermos tudo, incluindo a dinâmica de figurinos, adereços de cena, os gestos mais dilatados e o trabalho de voz. O público tem que ver a peça quase que em tamanho natural mesmo estando a mais de seis metros de distância”, diz a atriz, ressaltando o renascimento do Minhocão também como espaço artístico. 

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