Fechar
Publicidade

Sábado, 27 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Diretores da Câmara sugerem contratação direta de Vunesp ou Carlos Chagas

Por e-mail, servidores ainda mantêm posição contrária à de Tião, que determinou licitação


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

30/05/2014 | 06:35


Por e-mail, dois diretores da Câmara de São Bernardo manisfestaram preferência pela contratação direta da Vunesp (Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista) ou da Fundação Carlos Chagas para aplicação do concurso público, contrariando opinião do presidente da Casa, Tião Mateus (PT). O petista determinou a realização de licitação para admitir empresa responsável pelo processo seletivo de 21 vagas no Legislativo.

Subsecretário de Recursos Humanos da Câmara, Valdemir Pereira de Souza citou a possibilidade de “contratação de empresa de baixo nível para realização do certame (concurso público), gerando insegurança para os candidatos na sua realização”. “Sugerimos que seja repensada a contratação da Fundação Vunesp ou da Fundação Carlos Chagas por dispensa de licitação”, continuou o funcionário.

A opinião foi seguida por Décio Gil Júnior, secretário legislativo. “Diante dos vários questionamentos acerca da elaboração do edital, entendo que a alternativa mais segura é a já apontada pelos vários órgãos de consulta e aqui destacada pelo sr. subsecretário de Recursos Humanos, com a qual corroboro plenamente.”

Os diretores seguem na tentativa de convencer o presidente a contratar as instituições sem realização de licitação com base no inciso 13º, do artigo 24º, da Lei 8.666/93. O dispositivo diz que é cabível dispensa de concorrência pública “na contratação de instituição brasileira incumbida regimental ou estatutariamente da pesquisa, do ensino ou do desenvolvimento institucional, desde que a contratada detenha inquestionável reputação ético-profissional e não tenha fins lucrativos.”

Tião admitiu que ainda há divergências entre o corpo técnico da Câmara e a mesa diretora com relação ao concurso público. “Não há definição completa de como vamos encaminhar juridicamente (a contratação da empresa que aplicará a prova), mas vamos sanar isso”, garantiu o chefe da Casa, que disse que o processo de seleção será realizado antes das restrições eleitorais. “Temos um mês (para solucionar o impasse). Sairá neste ano.”

O presidente do Legislativo chegou a suspender o trâmite de admissão de terceirizada que cuidaria do concurso porque rejeitou a metodologia de carta convite, cujo limite do contrato é R$ 80 mil. O petista defende o modelo de tomada de preços, a qual o convênio pode ser de R$ 650 mil. 



Quer receber em primeira mão as notícias das sete cidades do Grande ABC?

Entre no nosso grupo de WhatsApp. 
Clique aqui.
 

Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;