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'O policial precisa ser valorizado'

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vanessa de Oliveira

18/05/2014 | 07:00


O coronel Mauro Cezar dos Santos Ricciarelli, que até a semana passada comandava a PM (Polícia Militar) nas sete cidades da região, zela agora pelos 22 mil quilômetros de rodovias espalhados nos 645 municípios do Estado, como comandante do Policiamento Rodoviário.

São 4.300 policiais rodoviários distribuídos em cinco batalhões, que abrangem as regiões de São Bernardo (Sistema Anchieta-Imigrantes), Bauru, Araraquara, Jundiaí e Sorocaba.
 

O desafio da nova função, segundo ele, é otimizar o efetivo. “É preciso direcionar o policial para aqueles locais em que há necessidade. No Grande ABC, no Sistema Anchieta-Imigrantes, já fazemos isso e dessa mesma forma é com o Trecho Sul do Rodoanel e será com o Leste, após o término das obras”, falou.

O coronel frisa que o policiamento na Rodovia Índio Tibiriçá, (SP-31) conhecida como Estrada da Morte, continuará intenso. A via, que registra com frequência graves acidentes, liga São Bernardo a Suzano, passando por Santo André e Ribeirão Pires. “Todas as rodovias que possuem mão dupla são mais perigosas. Lá, há necessidade de duplicação”, avalia.
 

A valorização do policial também está entre as prioridades do comandante. “Compete ao Estado proporcionar políticas públicas no sentido de valorizar financeiramente o policial militar, mas compete ao comandante valorizá-lo com medalhas de mérito pessoal, elogios. Fazer isso não dentro da base, mas chamar a sociedade em evento público. Em quase 33 anos de carreira, digo de coração: para o policial, ser gratificado na frente da sociedade não tem preço. Parece uma coisa simples, mas dá ânimo para trabalhar mais pela sociedade”.

Por rodovias de todo o Estado, circulam com frequência produtos que são frutos de carga roubada. Na região, no primeiro trimestre deste ano, foram 117 casos, de acordo com estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Estado. “Isso pode ser combatido com fiscalização e temos uma Forca Tática especialmente treinada e equipada para combater o crime organizado. Além disso, estreitamos relacionamento com todas as empresas transportadoras, seus sindicatos e federações. Orientamos sobre a importância de instalar rastreadores no sentido de dificultar a ação do criminoso. Além disso, hoje as rodovias têm monitoramento por câmeras, o que tem ajudado a desvendar autores desses delitos.”
 
Ações de fiscalização e campanhas educativas relacionadas à velocidade excessiva, uso de álcool e ultrapassagem em locais indevidos também integram as atribuições da Polícia Rodoviária.
 

Outra questão a ser combatida refere-se aos policiais que se deixam corromper por dinheiro. “A Polícia Militar possui corregedoria muito forte para apurar os desvios de conduta. É um assunto que tem sido debatido diariamente. Infelizmente, temos alguns casos, mas não são muitos, a grande maioria dos policiais são conscienciosos.”

Para todos esses enfrentamos, ele disse que o processo será de manutenção do trabalho que já vinha sendo realizado. 
 

“Tudo é uma continuidade. Não vou inventar nada aqui, vou aproveitar as boas práticas para continuar melhorando a atuação da Polícia Rodoviária.”



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'O policial precisa ser valorizado'

Vanessa de Oliveira

18/05/2014 | 07:00


O coronel Mauro Cezar dos Santos Ricciarelli, que até a semana passada comandava a PM (Polícia Militar) nas sete cidades da região, zela agora pelos 22 mil quilômetros de rodovias espalhados nos 645 municípios do Estado, como comandante do Policiamento Rodoviário.

São 4.300 policiais rodoviários distribuídos em cinco batalhões, que abrangem as regiões de São Bernardo (Sistema Anchieta-Imigrantes), Bauru, Araraquara, Jundiaí e Sorocaba.
 

O desafio da nova função, segundo ele, é otimizar o efetivo. “É preciso direcionar o policial para aqueles locais em que há necessidade. No Grande ABC, no Sistema Anchieta-Imigrantes, já fazemos isso e dessa mesma forma é com o Trecho Sul do Rodoanel e será com o Leste, após o término das obras”, falou.

O coronel frisa que o policiamento na Rodovia Índio Tibiriçá, (SP-31) conhecida como Estrada da Morte, continuará intenso. A via, que registra com frequência graves acidentes, liga São Bernardo a Suzano, passando por Santo André e Ribeirão Pires. “Todas as rodovias que possuem mão dupla são mais perigosas. Lá, há necessidade de duplicação”, avalia.
 

A valorização do policial também está entre as prioridades do comandante. “Compete ao Estado proporcionar políticas públicas no sentido de valorizar financeiramente o policial militar, mas compete ao comandante valorizá-lo com medalhas de mérito pessoal, elogios. Fazer isso não dentro da base, mas chamar a sociedade em evento público. Em quase 33 anos de carreira, digo de coração: para o policial, ser gratificado na frente da sociedade não tem preço. Parece uma coisa simples, mas dá ânimo para trabalhar mais pela sociedade”.

Por rodovias de todo o Estado, circulam com frequência produtos que são frutos de carga roubada. Na região, no primeiro trimestre deste ano, foram 117 casos, de acordo com estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Estado. “Isso pode ser combatido com fiscalização e temos uma Forca Tática especialmente treinada e equipada para combater o crime organizado. Além disso, estreitamos relacionamento com todas as empresas transportadoras, seus sindicatos e federações. Orientamos sobre a importância de instalar rastreadores no sentido de dificultar a ação do criminoso. Além disso, hoje as rodovias têm monitoramento por câmeras, o que tem ajudado a desvendar autores desses delitos.”
 
Ações de fiscalização e campanhas educativas relacionadas à velocidade excessiva, uso de álcool e ultrapassagem em locais indevidos também integram as atribuições da Polícia Rodoviária.
 

Outra questão a ser combatida refere-se aos policiais que se deixam corromper por dinheiro. “A Polícia Militar possui corregedoria muito forte para apurar os desvios de conduta. É um assunto que tem sido debatido diariamente. Infelizmente, temos alguns casos, mas não são muitos, a grande maioria dos policiais são conscienciosos.”

Para todos esses enfrentamos, ele disse que o processo será de manutenção do trabalho que já vinha sendo realizado. 
 

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